"Sempre imaginei o paraíso como um lugar seco e quente, nunca húmido.
No paraíso não há mentiras."
"Decidi esperar mais uma semana antes de começar a ter esperança."
"O paraíso? Acabei de experimentar isto tudo.
O paraíso deve ser quando todas as dores terminam. Mas isso significa então que, enquanto não temos dores, vivemos no paraíso! Sem nos darmos conta!
Os felizes e os infelizes vivem no mesmo mundo e não o sabem!"
Lars Gustafsson, A Morte de Um Apicultor
Paraísos
Posted by
F
0
comments
Labels: Lars Gustafsson, Livros, Mark Rowlands, sublinhados
É sempre a mesma merda
"É sempre a mesma merda. Vamos para a escola, depois para o liceu, depois para a universidade, e passamos por várias represas que nos levam a uma linguagem cada vez mais refinada. E mais abstrata. Estamos com pressa de aprender. No liceu era fácil perceber a diferença entre as crianças oriundas de classes sociais mais baixas e as de classe média.
Os miúdos pobres falavam uma linguagem mais rude, sem ilusões. Passei por essa experiência depois, quando comecei a dar aulas.
Uma perspectiva rasteira, em que as motivações de todos os atos eram duras, egoístas, cínicas.
Pelo contrário, a linguagem da classe média era a mais indefinida de todas. Baseia-se na crença de que, para subir os escalões da hierarquia social, é preciso agirmos como se já lá estivéssemos, o que cria uma estranha falta de segurança, que é transversal a todo o sistema. Sabemos o que querem dizer as palavras, e ao mesmo tempo não as entendemos.
Por exemplo, já há vários meses que estou com "cagaço". Noutra linguagem diríamos: "sinto angústia perante a morte". A angústia perante a morte dá uma dimensão totalmente diferente à coisa, como se fosse mais sábio dizer "angústia da morte" do que dizer "cagaço".
Não creio que esta dimensão mais sábia exista.
Nunca como nos últimos meses foi tão evidente para mim que a sociedade tem um subconsciente.
Talvez aconteça porque o medo me liberta de todas as linguagens que me foram ensinadas, para melhor me defender dele. Começo a entender as coisas com a mesma terrível lucidez, a mesma lucidez apavorada de um miúdo.
O subconsciente da sociedade. Os animais dos laboratórios que são lentamente torturados até que a morte os leve, com tubos ligados às veias e ao estômago, com células cancerosas implantadas em fígados de cães por meio de agulhas compridas. Os corredores dos hospitais psiquiátricos, os alcoólicos trémulos e magros de Storbron, em Västerås.
Há sempre um preço terrível a pagar. Mas a quem? E porquê? E o que foi que pagou a minha existência até agora?"
Lars Gustafsson, A Morte de Um Apicultor
Posted by
F
0
comments
Labels: Death, Lars Gustafsson, Livros, sublinhados
What's love got to do with it
Sternberg's Theories of Love
Posted by
F
0
comments
Labels: Amor, Daniel Goleman, Inteligência Emocional, Links, Livros, Patriarcado, Psicologia, Robert J Sternberg, sublinhados, Youtube
The Last Ditch
Posted by
F
0
comments
Labels: Documentary, Dorothea Lange, fotografia, Links, política, Sociedade
of memories
Don't turn away from me
'Cause I spent half my life out there
You wouldn't disagree
D'you see me, d'you see
Do you like me, do you like me standing there
D'you notice, d'you know
Do you see me, do you see me
Does anyone care?
And we didn't give a damn
'Cause we were raised
To see life as a fun and take it if we can
My mother, my mother she'd hold me
Did she hold me, when I was out there
My father, my father, he liked me
Oh he liked me, does anyone care?
It wasn't my design
And people everywhere think
Something better than I am
But I miss you, I miss
'Cause I liked it, 'cause I liked it
When I was out there
D'you know this, d'you know
You did not find me, you did not find
Does anyone care?
And we didn't give a damn
'Cause we were raised
To see life as fun and take it if we can
My mother, my mother she'd hold me
Did she hold me, when I was out there
My father, my father, he liked me
Oh he liked me, does anyone care?
Does anyone care?
Does anyone care?
Does anyone care?
Does anyone care?
Does anyone care?
Does anyone care?
Doo doo doo do, doo doo doo do
Doo doo doo do, doo doo doo do
Doo doo doo do, doo doo doo do
Posted by
F
0
comments
Labels: Família, Memória, Memórias, Music, Patriarcado, The Cranberries
do antifrágil
O Big Data torna visíveis, sobretudo, modelos de comportamento colectivos. O próprio dataísmo intensifica o aumento de igualdade. O data mining não se distingue substancialmente da estatística. As correlações que descobre representam o estatísticamente provável. Assim, o Big Data não tem acesso ao único. O Big Data é totalmente cego perante o acontecimento. Não será o estatisticamente provável, mas o improvável, o singular, o acontecimento, a determinar a história, o futuro humano. Deste modo, por conseguinte, o Big Data é cego perante o futuro.
Byung-Chul Han, Psicopolítica
Posted by
F
0
comments
Labels: Antifragile, Black Swans, Byung-Chul Han, filosofia, Livros, política, sublinhados
Female Sexuality
Posted by
F
0
comments
Labels: Debates, Dopamina, Elizabeth Topp, Hormonas, Hormones, Links, Livros, Naomi Wolf, Sexo, Sexualidade, Youtube
Neurónios ao Nirvana
Posted by
F
0
comments
Labels: Aldous Huxley, Cérebro, ciência, Documentary, drogas, LSD, Medicina, Neurociência, Planet, política
On the importance of forgetting
"The predominant focus in the neurobiological study of memory has been on remembering (persistence). However, recent studies have considered the neurobiology of forgetting (transience). Here we draw parallels between neurobiological and computational mechanisms underlying transience. We propose that it is the interaction between persistence and transience that allows for intelligent decision-making in dynamic, noisy environments. Specifically, we argue that transience (1) enhances flexibility, by reducing the influence of outdated information on memory-guided decision-making, and (2) prevents overfitting to specific past events, thereby promoting generalization. According to this view, the goal of memory is not the transmission of information through time, per se. Rather, the goal of memory is to optimize decision-making. As such, transience is as important as persistence in mnemonic systems."
Aqui
Posted by
F
0
comments
Labels: Artigos, Blake A Richards, Memória, Neurociência, Paul W Frankland
Têm mesmo a certeza que querem receber mais imigrantes?
Posted by
F
0
comments
Labels: Artigos, Discriminação, Imigração, José Manuel Fernandes, Links, Notícia, Observador, política
In a different voice
The really beloved bad boys of women's literature don't bully or abuse the heroine, but they continually provoke and tease her – they are teasing her to release her own latent wildness. Ando one thing the romantic heroes of women's fiction, even the bad boys, who can be brusque or verge on rudeness, never, ever do is actually snap at, that is, negatively startle, the heroine; think of the edgy but grudgingly respectful repartee of Darcy and Elizabeth. Virtually every women's genre romance novel follows a script of a man who seems bad – insensitive, corrupt, womanizing – but turns out to be good. It also often features a heroine who begins demure and unripe – "Poor, obscure, plain and little" in Jane Eyre's speech – but who becomes herself, under the provocation of this bad boy who is secretly good.
This seeming paradox or politically incorrect fantasy is, I would argue, an essential archetype of the female heterosexual journey. A skilled, even at times slightly dangerous, male provocateur can help the female sexual journey to begin. "Badness" is not literal badness – it is otherness, wildness, the dimensions of the unknown. The motorcycle boots, the Harley – they are about her adventures, her penchant for the open road, erotically and in terms of her own creativity and subcersiveness, that society has generally repressed in her and forbidden her to claim as a longing, let alone as part of her "good girl" identity. His male "badness" is simply the projected dark animus of her own unacknowledged wild self."
Naomi Wolf, Vagina
Posted by
F
0
comments
Labels: Carol Gilligan, Jane Austen, Links, Livros, Naomi Wolf, Patriarcado, Sexualidade, sublinhados
A favor do aborto
A favor do aborto – o argumento do violinista
O texto abaixo foi retirado do livro Ética Prática, por Peter Singer.
O último dos três argumentos que procuram justificar o aborto sem negar que o feto seja um ser humano inocente é o de que a mulher tem o direito de escolher o que acontece ao seu próprio corpo.
Este argumento tornou-se proeminente com a ascensão do movimento de libertação da mulher e foi elaborado por filósofos americanos simpatizantes do feminismo. Um argumento influente foi apresentado por Judith Jarvis Thomson por meio de uma analogia engenhosa.
Imaginemos, diz ela, que acordamos uma manhã e descobrimos que estamos numa cama de hospital, ligados de uma maneira qualquer a um homem inconsciente deitado numa cama ao lado. Dizem-nos que esse homem é um famoso violinista com uma doença renal. A única forma de ele sobreviver é ligar o seu sistema circulatório ao sistema de outra pessoa com o mesmo grupo sanguíneo e nós somos a única pessoa com o sangue adequado. De modo que uma sociedade de melômanos nos raptou, mandou realizar a operação de ligação e aqui estamos. Como nos encontramos agora num hospital respeitável, poderíamos ordenar a um médico que nos desligasse do violinista; mas, nesse caso, o violinista morreria pela certa. Por outro lado, se nos mantivermos ligados por apenas (apenas?) nove meses, o violinista terá recuperado e podemos então desligar-nos sem o pôr em perigo. Thomson pensa que, se nos encontrássemos nesta dificuldade inesperada, não teríamos a obrigação moral de permitir que o violinista usasse os nossos rins durante nove meses. Poderia ser generoso ou simpático da nossa parte, mas, segundo Thomson, isso é completamente diferente de dizer que estaríamos a fazer um mal se assim não procedêssemos.
Note-se que a conclusão de Thomson não depende de negar que o violinista é um ser humano inocente, com o mesmo direito à vida que qualquer outro ser humano inocente. Pelo contrário, Thomson afirma de fato que o violinista tem direito à vida – mas ter direito à vida não implica, prossegue Thomson, o direito de usar o corpo de outra pessoa, mesmo que sem essa utilização uma pessoa morra. A analogia com a gravidez, em especial com a gravidez resultante de violação, é óbvia. Uma mulher grávida na sequência de uma violação encontra-se, sem que tenha feito uma escolha, ligada a um feto de uma forma comparável à pessoa ligada ao violinista. É verdade que uma mulher grávida não tem normalmente de passar nove meses numa cama, mas os adversários do aborto não encarariam este pormenor como uma justificação suficiente para o aborto.
Oferecer um bebé recém-nascido para adoção pode ser mais difícil, psicologicamente, que separar-se do violinista no final da sua doença; mas, só por si, este fato não parece uma razão suficiente para matar o feto. Aceitando, para fins de argumentação, que o feto conta como um ser humano pleno, fazer um aborto quando o feto não é viável tem o mesmo significado moral que nos desligarmos do violinista. Assim, se concordarmos com Thomson em que não seria um mal no desligarmos do violinista, temos de aceitar também que, qualquer que seja o estatuto do feto, o aborto não é um mal – pelo menos quando a gravidez resulta de estupro.
O argumento de Thomson pode provavelmente alargar-se a casos que ultrapassam o estupro.
Suponhamos que nos vemos ligados ao violinista, não porque fomos raptados por amantes da música, mas porque tínhamos a intenção de ir ao hospital visitar um amigo doente e, quando entramos no elevador, apertamos inadvertidamente no botão errado e fomos parar a uma seção do hospital visitada normalmente apenas por aqueles que se ofereceram como voluntários para serem ligados a pacientes que de outra forma não sobreviveriam. Uma equipe de médicos à espera do voluntário seguinte pensou que este tinha chegado, aplicou-nos a anestesia e ligou-nos. Se o argumento de Thomson era sólido no caso do rapto, provavelmente também o é neste caso, uma vez que nove meses involuntários a apoiar outra pessoa é um preço elevado a pagar por ignorância ou descuido. Deste modo, o argumento podia aplicar-se não só aos casos de violação, mas a um número muito maior de mulheres que engravidam devido à ignorância, descuido ou falha dos métodos de contracepção.
Daqui
Posted by
F
0
comments
Labels: Aborto, blogs, Feminismo, filosofia, Judith Jarvis Thomson, Links, Pensamento Crítico, Peter Singer, política
Porn for women
"I suspect if people set humor aside, men and women would have pretty much the same answer: I want someone to look deep into my eyes, see me for real, and think I am the best thing ever. Now that's sexy."
Aqui
O livro.
Posted by
F
0
comments
Labels: Links, Livros, Pornografia, Sexo, Sexualidade
Back to Mother Nature
Mais aqui
Posted by
F
0
comments
Labels: Agricultura, Guy Singh-Watson, Natureza, Planet, Riverford, Youtube
Conceito > silogismo > narrativa
Só o "conceito" gera conhecimento. O conceito é C, que concebe no seu interior A e B, e que se conceptualiza através de A e B. É a estrutura superior que inclui A e B e a partir da qual se pode fundamentar a relação entre A e B. Assim, A e B são os "momentos de um terceiro superior". O conhecimento só é possível ao nível do conceito. "O conceito é o que habita nas coisas, o que faz com que as coisas sejam o que são, e conceber um objecto, portanto, significa tornarmo-nos conscientes do seu conceito"*
[...] O Big Data é desprovido de conceito e de espírito. O conhecimento absoluto que o Big Data pretende coincide com o desconhecimento absoluto.
[...] "Tudo é silogismo" significa "tudo é conceito".* O conhecimento absoluto é o silogismo absoluto. A "definição de absoluto" é "que é o silogismo"*.
Da adição continuada não resulta um silogismo. O silogismo não é uma adição, mas uma narrativa.
[...] O Big Data é puramente aditivo e não consegue nunca o silogismo ou a conclusão. O espírito é um silogismo, uma totalidade na qual as partes são integradas com sentido.
[...] O conhecimento é um silogismo. Os rituais e as cerimónias são formas silogísticas. Representam um processo narrativo.
[...] Hoje a perceção não é capaz do silogismo, porque faz incessantemente zapping através de uma rede digital infinita. O que totalmente a dispersa. Só uma demora contemplativa é capaz do silogismo.
[...] Se todo o racional é um silogismo, então a era do Big Data é uma época sem razão.
Byung-Chul Han, Psicopolítica
*G. W. F. Hegel
Posted by
F
0
comments
Labels: Byung-Chul Han, filosofia, Hegel, Livros, política, Psicologia, sublinhados
A dor é uma paisagem
"A dor é uma paisagem."
"Quando deixamos por instantes o subconsciente à solta, ele começa naturalmente a criar enredos. Cria uma identidade, adapta-se ao meio,inventa novas formas para preencher o vazio que entretanto se faz quando esquecemos a nossa vida imediata.
Não há nada pior para o subconsciente, parece,do que a sensação de não ser ninguém."
"E, ao mesmo tempo, é perfeitamente claro que aquilo era impossível entre nós. Foi puro milagre que a nossa história durou tanto tempo.
Tudo, toda a nossa vida estava baseada num só princípio muito simples, um acordo:
Proibição de nos vermos. Quero dizer, proibido vermo-nos verdadeiramente um ao outro.
É um jogo bastante complicado, o de tentar manter um tal acordo durante doze ou treze anos sem nunca deixar cair a máscara, mesmo quando estamos zangados ou muito tristes. É como se vivêssemos fechados numa sala exígua com alguém, com a condição de lhe virar sempre as costas.
É preciso perceber, claro, o que há por trás de um tal acordo.
A meu ver é a dor. Uma espécie de sofrimento original, que carregamos desde a infância e que não deverá ser mostrado. O facto de o sofrimento estar escondido é bem mais importante do que a sua existência."
"E agora ali estava eu, a apresentar uma senhora, claramente o grande amor da minha vida, à minha mulher. [...] Uma utopia, pensei eu. Uma utopia tornada realidade. Sempre o pressenti. Nada nos impede, afinal de contas, de viver fora das regras. E pensar que nunca tinha percebido isto!"
"A infância é um tempo solitário, concentrado em si mesmo."
Lars Gustafsson, A Morte de Um Apicultor
Posted by
F
0
comments
Labels: Death, Lars Gustafsson, Livros, sublinhados
The Quantified Self e narrativas... e o esquecimento
"A crença na mensurabilidade e na quantificabilidade da vida domina a totalidade da era digital. O Quantified Self presta homenagem a essa crença. O corpo é equipado com sensores que registam dados de maneira automática. Medem-se a temperatura corporal, a glucose no sangue, o teor calórico, o consumo de calorias, perfis de movimento ou partes adiposas do corpo. Na meditação medem-se as pulsações. Até mesmo na relaxação, o que conta é o rendimento e a eficácia. Registam-se as sensações, os estados de espírito e as actividades quotidianas. A partir da automedição e do autocontrole far-se-á aumentar o rendimento corporal e espiritual. Todavia, a simples multiplicidade dos dados acumulados não dá resposta à pergunta: Quem sou eu? O Quantified Self é também uma técnica dadaísta que decompõe o eu em dados até o esvaziar de sentido.
O lema do Quantified Self é: Self Knowledge through Numbers – autoconhecimento por meio de números. Os dados e os números, por muito que abranjam, não proporcionam o autoconhecimento. Os números não contam nada sobre o eu. A numeração não é uma narrativa."
[...] "A sociedade humana é uma narrativa, um relato do qual o esquecimento faz necessariamente parte. A memória digital é uma adição e uma acumulação sem lacunas. Os dados registados são enumeráveis, mas não narráveis. O guardar e recuperar distinguem-se substancialmente da recordação, que é um processo narrativo. A autobiografia é um escrito narrativo da recordação."
[...] "Anuncia-se uma nova era do conhecimento. As correlações substituem as causalidades. O isso é assim substitui o porquê. A quantificação do real em busca de dados expulsa o espírito do conhecimento."
[...] "É simplesmente assim. Trata-se de uma relação de probabilidade, mas não de necessidade. A relação traduz-se: é frequente que A tenha lugar juntamente com B. É o que distingue a correlação da relação causal. A necessidade é distintiva da relação causal: A causa B."
Byung-Chul Han, Psicopolítica
Posted by
F
0
comments
Labels: Byung-Chul Han, Livros, sublinhados
NeuroColor
Posted by
F
0
comments
Labels: Helen Fisher, Hormonas, Hormones, Links, Neurociência, Testes, trabalho
SLOW LOVE and Why him? Why her?
Dr. Helen Fisher: "Anatomy of Love" | Talks At Google
We've got data on over 30,000 people.
Every year I ask a lot of questions, and one is about one night stands and friends with benefits and living together and every year I end up finding that over 50% of people have had a one night stand over the course of their lives, over 50% have had friends with benefits and over 50% have lived with somebody long term.
I thought to myself that it's quite a lot of people doing what in this cutter is a bit frowned upon… They're not all 'crazy', there's got to be something going on here.
Most people think that this is pure recklessness of the young, but the old are just as reckless…
I finally stumbled on a statistic which was that 60% / 70% of people in America today, who are living in a long term partnership before marrying are TERRIFIED of the social, the legal and the emotional and the economic consequences of divorce.
So maybe it's not recklessness. Maybe it's caution. Given an age where we're not scared of pregnancy, we're not scared of diseases, you don't have to walk the walk of shame… and I think an awful lot of people are taking their time to find the right person.
We're moving into an age what I call a long pre-commitment stage, before marriage. We want to know every single about this person, before we tie the knot. before we marry, and I call it 'Slow Love'.
THE 3 BRAIN REGIONS LINKED TO LONG TERM HAPPY RELATIONSHIPS:
Posted by
F
0
comments
Labels: Amor, Biologia, Cérebro, Empatia, estatística, Helen Fisher, Hormonas, Hormones, Neurociência, Palestras, Relações, Sexo, Youtube
Investment behaviour
Dr. Fisher's persuasive theory about women benefiting in evolutionary terms by responding sexually to men (or, presumably, women partner) who demonstrate that they can partner effectively for the baby's vulnerable years, and who show that they can keep mother and baby safe, led me to wonder — given that this was so valuable evolutionarily to women, their bodies, indeed their vaginas — if it might prompt them to "notice" or register such actions in potential mates before their minds had paid attention, in the same way that recent science has established a biological basis for the "gut response" to others."
Posted by
F
0
comments
Labels: Comportamento, Helen Fisher, Links, Livros, Naomi Wolf, Psicologia, Sexualidade, sublinhados, Youtube
The Long-Term Effects of #MeToo
As consequências previsíveis, inevitáveis e necessárias, de qualquer "desequilíbrio" instalado há demasiado tempo.
– Uma reflexão necessária.
No entanto, fazendo referência aos dados estatísticos mencionados por Heather Mac Donald, não consegui evitar que a lembrança da reflexão (ainda pertinente?) que Virginia Woolf, expressa no seu livro, "A Room of One's Own", me invadisse o pensamento.
Heather Mac Donald Warns about the Long-Term Effects of #MeToo
Posted by
F
0
comments
Labels: #metoo, Gender, Heather Mac Donald, Palestras, Patriarcado, Virginia Woolf, Youtube
#metoo, a new conversation
Men and women after #metoo / A new conversation
Embora eu ache que a noção de 'patriarcado' é mais do que algo apenas sobre Homens e a noção de 'feminismo' é mais do que algo apenas sobre Mulheres... Pensar fora da caixa e questionar, questionar, questionar, vale sempre a pena.
– das sombras de 'todas as cores'
– toxic masculinity
– internalised misogyny
– castration
– slow motion dictatorship of the mind
– men need to find their balls
Mais aqui: Mazanti Lousada
The Blog
Posted by
F
0
comments
Labels: Entrevista, Feminismo, Louise Mazanti, Mike Lousada, Patriarcado, Sexualidade










