A roupa da Frida
[uma bela mulher]
Aqui.
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Via muito mais longe...Caminhou da ordem para o caos / a medida da desordem
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| Ludwig Boltzmann |
"Disorder is the fate of everything."
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Velhos são os trapos!
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Labels: Helena Sacadura Cabral, People, People inspire me
Eu fico verdadeiramente parva
Eu fico parva com a indiferença, falta de compaixão e egoísmo que há por aí.
Eu fico parva com a cegueira e a falta de capacidade das pessoas saírem do seu centro mesquinho de vítimas do mundo.
Eu fico verdadeiramente parva com a arte de alimentar raivas e ressentimentos que certas pessoas possuem.
Eu fico verdadeiramente PARVA.
Serei eu deste mundo?
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Há histórias que me põem a pairar... / Afinidades electivas

... autores que têm o dom de me deixarem suspensa,
de me transportarem para uma dimensão...
... Exótica? :-)
Verdadeiramente humana?
As duas coisas?
Não encontro a palavra.
do filme, Million Dollar Hotel (que eu ainda não consegui ver!)
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Há quilómetros que valem a pena ser percorridos
Esteve em Munique, aqui há dias.
No final do concerto dirigiu-se a uma amiga de uma amiga minha, e ofereceu-lhe as flores que lhe tinham acabado de oferecer. Uma incondicional fã latina, aquecida, no meio da neve gelada dos arianos.
Empatias!
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Não acho que os homens tenham um buraco no lugar do coração
Aliás, sempre tive alguma dificuldade em separar os universos Homem / Mulher.
Tenho reflectido sobre o assunto, questionando-me se será algo geracional, mas constato que são várias as gerações que tendem a separar os mundos. Eles dizem que precisam de um manual de instruções para as entender, etc., etc. Elas dizem que eles não têm coração e tal. Enfim. Nunca me debati com considerações desse tipo. Verdade verdadinha.
No meu universo têm circulado pessoas. Apenas pessoas. É assim a minha perspectiva e não vai ser agora que vou mudar.
Mas.
Devo dizer que já sofri qb por ser mulher (profissionalmente) num universo de homens.
Essa coisa do "sexo fraco" nunca encaixou na minha cabeça. Nunca fez muito sentido. Curiosamente, quando vivi a gravidez, reflecti bastante sobre isso.
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Morreu João Manuel Serra
Lembro-me deste senhor.
Quando era miúda e adolescente, em Angola, quando fazíamos viagens entre cidades, um país onde a distância entre duas cidade próximas podia rondar as centenas de quilómetros, era muito raro ver gente a passar na paisagem que acompanhava a estrada. Não havia nada a não ser mato e embondeiros. Quando avistávamos alguém era uma alegria. Para nós e para eles, que passavam. Eles ficavam parados a ver o nosso carro passar, até nos perderem de vista. Nós, ao passarmos acenávamos de alegria e eles retribuíam.
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Os adultos, as crianças e os abusos
Every child, even the most mistreated, needs the illusion of being loved. But adults can give up this illusion if they don't want to pay with a depression for it.
"Toda a criança, mesmo a mais maltratada, precisa da ilusão de ser amada. Mas os adultos podem libertar-se desta ilusão se não quiserem pagar com a depressão".
Alice Miller, doutorada em filosofia, psicologia e sociologia. Investigou sobre a infância e os castigos.
Transcrevo o início de uma entrevista que Alice Miller deu no sentido de ajudar uma jornalista a escrever sobre o seu trabalho. Acontece que a jornalista acabou por abandonar a sua ideia inicial devido às respostas que foi obtendo. Assim, Alice Miller publica a entrevista no seu site, com o intuito de esclarecer os leitores.
Why do therapists insist on always defending the parent? Why are therapists, as you say, so reluctant to accept the possibility of the malignant parent?
1. Almost ALL of us, with very few exceptions, were beaten in our childhood and were not allowed to defend ourselves. Our parents were not always "malignant"; they hit us because they have been treated the same way in their childhood. They simply believed and made us believe that this was the right way of upbringing. This message stays still stored up in our brains and as the beaten children we once were we are still afraid of punishments should we want to rebel against this absurdity. Therapists are not an exception, like all of us, like all adults who were formerly beaten they live in fear of their parents. For that reason they are unable to realize that ALL their patients have been actually mistreated in childhood. Parents don't need to be malignant to inflicting pain. They just automatically repeat what has been done to them, what they learned in the first years of their lives when their brain had been structured.
continua aqui
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Ursula Rucker / Menina Limão
Até serei capaz de compreender o que afirma UR sobre as redes sociais. Até serei capaz de compreender o comentário "Bingo" da Menina Limão, porque também já reflecti sobre isso tudo, mas não posso estar mais em desacordo. O que as pessoas esquecem é que do outro lado também estão pessoas bastante parecidas com elas. Na forma como sentem as tristezas e as alegrias, na maneira como choram, na forma como desprezam e odeiam, na vergonha que sentem... Coisas da raça humana.
Ah! E é preciso não esquecer que os amigos das redes sociais não nos são impostos. Somos nós que os escolhemos. E a forma como cada um escolhe estar nas redes sociais é com cada um. Então porquê tanto nojo?
Aqui também há coisas pertinentes.
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Mindscapes
Namorou dez anos à janela (dez anos à janela!). Casou. Teve filhos. Viveu triste e submissa, dominada pelas neuroses daqueles a que se juntou. Muitos anos. Um dia, a morte daquele que ela dizia amar libertou-a. Começou a viver. Acabou por adoecer vítima dos estragos das tristezas vividas. Nem por isso deixou de desfrutar a vida. Viajou. Respirou. Morreu.
--------- --------- ---------
Nunca mais a vi. A Dona Antónia, nome de minha avó. Costumava varrer os passeios e limpar as montras, janelas e fachadas de uma zona do meu bairro. Fazia-o por não saber fazer mais nada. Sempre muito embrenhada na sua tarefa, esfregava, polia, varria. Gestos mecânicos repetidos uma vida inteira. Usava o cabelo grisalho, comprido e atado para cima, às três pancadas, numa espécie de puxo rebelde que teimava em desfazer-se.
Nunca mais a vi.
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Não posso deixar de fazer referência

Os seres que outrora foram humanos.
Também eu me tenho interrogado sobre o seu passado e imaginado as suas histórias.
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Das pessoas
Vejo, observo muitas coisas. Vivo outras. Compreendo muitas coisas. Muitas cabeças. Mesmo.
Compreender não implica aceitar ou tolerar.
Vá. Agora atirem-me pedras. Digam que não regulo bem, que estou com as minhas capacidades diminuídas, que: "lá venho eu" com as minhas manias e tal. Tentem magoar-me. Vá. Aliviem-se em mim que eu aguento benzinho.
Sou uma pessoa positiva porque penso na minha resiliência.
(quando era criança, havia uma frase que se usava dizer quando os amigos nos chamavam nomes: Sticks and stones may break my bones but words will never hurt me. Sabemos que não é verdade, tanto no que diz respeito a palavras, como a atitudes tomadas, como a cargas emotivas depositadas em frases aparentemente inofensivas).
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Os nossos velhinhos / Em alguns casos até pode ser que resulte (?)

É por isso que não me deixo de espantar com aqueles que dizendo defender “os valores da família” são ao mesmo tempo defensores de regimes laborais agressivos e precários, onde não sobra tempo para mais nada que não seja trabalhar.
O resto está aqui.
COME UNA REGINA!
Alberto Sordi em I nuovi Mostri, de Mario Monicelli
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Emoções em Serralves

Pedro Costa
A propósito do lançamento do livro Cem Mil Cigarros, e entre vários cigarros, tivémos o prazer de partilhar um momento de três horas com Pedro Costa.
Jeff Wall, Johnny Rotten, Andy Warhol, Jacob Riis, Jean-Marie Straub, John Ford. O bairro da Cova da Moura, as Fontaínhas, a Gulbenkian, a Vanda, o gajo que se passou a olhar para a parede, onde, por acaso, estava pendurado um quadro de Rubens, cartas (de amor), Desnos, gente que só tem passado, a memória, o tempo, a realidade (?), a teoria da experiência, a procura de algo... da felicidade, o cinema como um modo de vida, o Surrealismo, um quarto, uns discos, uns livros, uns amigos e umas substâncias, a internet tão virtual que fica tudo muito lírico, os Petshop Boys e um autógrafo para uma desconhecida.
Nada, nada boring.
I came across a cache of old photos
And invitations to teenage parties
"Dress in white" one said, with quotations From someone's wife, a famous writer
In the nineteen-twenties
When you're young you find inspiration
In anyone who's ever gone
And opened up a closing door
She said: "We were never feeling boredCause we were never being boring
We had too much time to find for ourselves
And we were never being boring
We dressed up and fought, then thought: "Make amends"
And we were never holding back or worried that
Time would come to an end
When I went I left from the station
With a haversack and some trepidation
Someone said: "If you're not careful
You'll have nothing left and nothing to care for
In the nineteen-seventies"
But I sat back and looking forward
My shoes were high and I had scored
I'd bolted through a closing door
I would never find myself feeling bored
'Cause we were never being boring
We had too much time to find for ourselves
And we were never being boring
We dressed up and fought, then thought: "Make amends"
And we were never holding back or worried that
Time would come to an end
We were always hoping that, looking back
You could always rely on a friend
Now I sit with different faces
In rented rooms and foreign places
All the people I was kissing
Some are here and some are missing
In the nineteen-nineties
I never dreamt that I would get to be
The creature that I always meant to be
But I thought in spite of dreams
You'd be sitting somewhere here with me
'Cause we were never being boring
We had too much time to find for ourselves
And we were never being boring
We dressed up and fought, then thought: "Make amends"
And we were never holding back or worried that
Time would come to an end
We were always hoping that, looking back
You could always rely on a friend
We had too much time to find for ourselves
And we were never being boring
We dressed up and fought, then thought: "Make amends"
And we were never being boring
We were never being bored
'Cause we were never being boring
We were never being bored
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