Amizade / Friendship
Sentido de humor / Sense of humor
Criatividade de pensamento / Creative thinking
Honestidade / Honesty
Respeito / Respect
Liberdade / Freedom
Genuinidade / Uniqueness
Assertividade / Assertiveness
Compaixão / Compassion
Abertura / Openness
Curiosidade / Curiosity
Tolerância / Tolerance
Social psychologists have developed a simple activity, called a values affirmation, that can restore our sense of equilibrium.
Valores / Values
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mmm, autoridade pública? Porque não?
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desnorte
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and again and again and again
"The very fine line between being bullied and being a doormat"
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da assertividade e da prepotência / remando contra marés
Cuidado! Ele há loucos perigosos... Que levam à loucura!
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Haverá quem tenha dúvidas
O que pretenderão significar aqueles que empregam de forma fácil (direi até, leviana) a palavra "fundamentalista".
Gostaria de saber, também, o que essas mesmas pessoas entendem pela palavra "assertividade", ou coerência de ideias e posturas.
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Ten Assertive Rights of an Individual
Assertive Right 1: I have the right to judge my own behavior, thoughts and emotions and to take the responsibility for their initiation and consequence. The behavior of others may have an impact upon me, but I determine how I choose to react and/or deal with each situation. I alone have the power to judge and modify my thoughts, feelings and behavior. Others may influence my decision, but the final choice is mine.
Assertive Right 2: I have the right to offer neither reason nor excuse to justify my behavior. I need not rely upon others to judge whether my actions are proper or correct. Others may state disagreement or disapproval, but I have the option to disregard their preferences or to work out a compromise. I may choose to respect their preferences and consequently modify my behavior. What is important is that it is my choice. Others may try to manipulate my behavior and feelings by demanding to know my reasons and by trying to persuade me that I am wrong, but I know that I am the ultimate judge.
Assertive Right 3: I have the right to judge whether I am responsible for finding solutions to others' problems. I am ultimately responsible for my own psychological well-being and happiness. I may feel concern and compassion and good will for others, but I am neither responsible for nor do I have the ability to create mental stability and happiness for others. My actions may have caused others' problems indirectly; however, it is still their responsibility to come to terms with the problems and to learn to cope on their own. If I fail to recognize this assertive right, others may choose to manipulate my thoughts and feelings by placing the blame for their problems on me.
Assertive Right 4: I have the right to change my mind. As a human being, nothing in my life is necessarily constant or rigid. My interests and needs may well change with the passage of time. The possibility of changing my mind is normal, healthy and conducive to self-growth. Others may try to manipulate my choice by asking that I admit error or by stating that I am irresponsible; it is nevertheless unnecessary for me to justify my decision.
Assertive Right 5: I have the right to say "I don't know."
Assertive Right 6: I have the right to make mistakes and be responsible for them. To make a mistake is part of the human condition. Others may try to manipulate me, having me believe that my errors are unforgivable, that I must make amends for my wrongdoing by engaging in proper behavior. If I allow this, my future behavior will be influenced by my past mistakes, and my decisions will be controlled by the opinions of others.
Assertive Right 7: I have the right to be independent of the good will of others before coping with them. It would be unrealistic for me to expect others to approve of all my actions, regardless of their merit. If I were to assume that I required others' goodwill before being able to cope with them effectively, I would leave myself open to manipulation. It is unlikely that I require the goodwill and/or cooperation of others in order to survive. A relationship does not require 100 percent agreement. It is inevitable that others will be hurt or offended by my behavior at times. I am responsible only to myself, and I can deal with periodic disapproval from others.
Assertive Right 8: I have the right to be illogical in making decisions. I sometimes employ logic as a reasoning process to assist me in making judgments. However, logic cannot predict what will happen in every situation. Logic is not much help in dealing with wants, motivations and feelings. Logic generally deals with "black or white," "all or none" and "yes or no" issues. Logic and reasoning don't always work well when dealing with the gray areas of the human condition.
Assertive Right 9: I have the right to say "I don't understand."
Assertive Right 10: I have the right to say "I don't care."
Aqui.
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Ah, pois! Quem sou eu para duvidar!?
Para serem plenamente humanas, as pessoas deveriam ter uma relação o mais autêntica possível com os outros. Para que assim seja, devem ir além da imagem que têm de si próprios e dos outros. Deverão saber que, no seu íntimo, são intrinsecamente livres para se reconstruírem e transformarem e que precisam de dar aos outros essa mesma liberdade.
David Spiegel
(Dr. David Spiegel desafiou os pontos de vista convencionais sobre a relação entre o stresse e as hipóteses de sobrevivência nos casos mais graves de cancro. Enquanto universitário, estudara Filosofia na Universidade de Yale. Com um interesse apaixonado pelos pensamentos de Kierkegaard e Sartre, descobriu nas suas obras uma ideia chave que adoptou como lema da sua carreira – ver texto acima. Após concluir os cursos de Medicina e Psiquiatria em Harvard, dedicou a sua investigação às condições que permitem a um indivíduo alcançar essa poderosa autenticidade e abertura aos outros).
Tudo isto e muito mais, aqui.
E aqui.
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Carochinha
Ora bem, por acaso até acho que mereço ser amada. "Worthy of being loved", como se diz em inglês (a minha segunda-quase-primeira língua). Acho mesmo.
Por acaso até acho que não sou pedaço que se deite fora (refiro-me à aparência física, evidentemente. Desde criança que a trabalho meticulosamente).
Infelizmente a minha vontade de me manter, aqui, anónima não permite que eu prove isso.
Mas acreditem que é verdade!
Aviso à navegação:
Aqueles que acharem que sou convencida não vale a pena fazerem fila. Estão rejeitados desde já!
Obrigada.
(ah! E não estou interessada em gajas, por isso, meninas, podem desdenhar à vontade).
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I'm the king of the castle and you're the dirty old rascal
Quando a honestidade de carácter se sobrepõe às regras (que atrapalham muito) que os homens inventam.
Quando a assertividade é lei.
Quando a frontalidade e a simplicidade se elevam acima do poder e da prepotência.
Quando a prepotência marca a vida de alguém.
Quando a capacidade "para descer da cátedra" é recompensada com uma amizade vitalícia.
Os actores são bons e a história... é mais uma. Por acaso, verdadeira.
* O título deste post é uma frase muito utilizada pelas crianças (no tempo da minha infância, também), quando pretendem afirmar a sua superioridade.
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E Você?

Imagine você que um grande amigo de longa data resolve achar que você anda a persegui-lo e isso perturba-o (a ele) muito.
Imagine você que esse amigo, há muitos anos, lhe concede o uso de uma sua propriedade, de forma regular.
Independentemente das eventuais consequências resultantes da animosidade que o seu amigo alimenta em relação a si ...
Você sentir-se-ia bem (acharia bem) continuar a fazer uso da dita propriedade?
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When it comes to fighting for legitimate rights...
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Oh pá, é chato pá. Tás a ver?

Pois é pá.
É chato e até pode dar trabalho, pá!
• Pedir o livro de reclamações, pá.
• Apresentar uma queixa na polícia, pá.
• Zangarmo-nos com o patrão e arriscar ser despedido, pá.
• Sermos assertivos com a família e corrermos o risco de ser deserdados, pá!
É chato lidarmos com a prepotência, pá.
Mas que alternativas temos quando nos respeitamos, pá?
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Ele há gente com sorte nesta vida
- Please, COMMON SENSE,
- Grant me the serenity;
- To accept the things I cannot change;
- The courage, to change the things I can;
- And the wisdom, to know the difference.
- Living one day at a time;
- Enjoying one moment at a time;
- Accepting hardships as the pathway to peace;
- Taking, as He did, this sinful world
- As it is, not as I would have it;
Desta vez é o meu patrão que leva porque no que toca às outras coisas vou ter que arranjar aí um descampado qualquer e gritar até que a voz me doa, para depois voltar às lides e continuar a dar a outra face.
FML
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Ele há coisas estranhas
Para seu espanto (naquela altura), recebeu um email a pedir-lhe autorização para a divulgação de imagens de alguns brinquedos seus do tempo em que era criança.
Uns tempos mais tarde lembrou-se desse pedido, e questionou por que razão a mesma pessoa que lho enviara não lhe enviou qualquer pedido para divulgar imagens nas quais entrava determinada pessoa (que para si era muito mais importante do que aqueles brinquedos).
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The tape that insists on sticking /balanços /Guerras que não comprei
[Acho graça ao comentário final do vídeo: "No cats were hurt". Gostaria de perguntar a quem teve esta ideia, o que é para si o significado da palavra hurt]
Eram cinco da manhã. Acordei.
A cabeça já se encontrava a 200.
A palavra maldade corria-me no pensamento sem que eu a pudesse banir de lá.
A palavra maldade não chegava para abarcar o seu próprio significado.
Não chegava para abarcar o mal-estar causado por atitudes racionalmente incompreensíveis.
O dia que nascia ia ser muito atarefado.
A folga dada no emprego vinha mesmo a calhar.
Deitei-me cedo pois o corpo tem-me pedido mais descanso do que o habitual.
Mas a maldita palavra atormentou o meu inconsciente e acordou-me.
Dei voltas na cama, tentando enganar o pensamento e a ansiedade que daí crescia.
Nada.
Às oito da manhã levantei-me. Batalha perdida.
Tanto que fazer...
Logo vai ser a passagem de ano. Uma noite em que quero investir.
A do ano passado foi muito triste e este ano, que está a acabar, foi muito difícil.
Como fazer para banir pensamentos invasivos?
O sentimento de impotência perante a injustiça é devastador.
Corrói-nos por dentro. Tira-nos o sono.
É tão importante, para mim, dormir.
Há estudos que demonstram que as vítimas de desprezo têm muito mais possibilidades de virem a contrair doenças.
Não consigo digerir as palavras desprezo, maldade, prepotência.
Prevejo mais noites de insónia.
Tenho que reformular algumas coisas no meu coração.
Não queria.
Não é confortável.
Vai-me tirar ainda mais sonos.
Sinto-me presa por ter cão e presa por não ter.
Poderá parecer tudo tão ridículo... Mas há atitudes que não consigo digerir.
Atitudes.
Atitudes incompreensíveis, perante pedidos tão simples.
Tão simples.
Não acredito que a vaidade, a necessidade de afirmação, possam assumir proporções tão enormes. Tão grandes ao ponto de ignorar sentimentos e convicções.
Tão grandes ao ponto de se disfarçarem de argumentações mirabolantes.
Podia estar para aqui a dissertar e a dissertar... Mas nem por isso me sinto mais aliviada.
E no final de contas o corpo é que paga!
Essa é que é a verdade.
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Publicar e divulgar fotos de outros nas redes sociais — II
A propósito de uma acesa discussão que surgiu numa página de uma rede social e que teve início num episódio que se passou comigo, gostaria de partilhar com a blogosfera algumas questões que eu acabei por lançar à discussão nessa rede social.
Sabemos que o ser humano é verdadeiramente complexo.
Uns são paranóicos por umas razões... outros serão paranóicos por outras... uns gostam de espiar a vida dos outros... outros gostam de exibir e divulgar a vida dos outros, confundindo-a com a sua... uns gostam de exibir a sua própria vida... uns escondem-se do mundo cheios de medo... uns não olham a meios para defender aquilo que consideram os seus direitos mesmo que para isso tenham de passar por cima de tudo e de todos, sentindo-se cheios de razão.
Os verdadeiros pedófilos fazem-se passar (com êxito) pelos melhores amigos das famílias onde estão as crianças a que pretendem chegar.
E os amigos dos nossos amigos? Encontrar-se-ão, eles, dentro dos nossos parâmetros de AMIZADE?
As fronteiras virtuais não são físicas, são ilimitadas. As vantagens são tão imensas quanto o serão as desvantagens!
Podemos nós confiar nos amigos dos nossos amigos? TODOS?
Se presumirmos que sim não estaremos nós a cair ingenuamente numa certa omnipotência?
Que certezas temos que podemos confiar em absoluto nos amigos dos nossos amigos, que não são nossos amigos?
Os nossos amigos podem mostrar os albuns privados (de outros) a quem muito bem entenderem (basta terem acesso a eles, por ser... amigos).
Por vezes há períodos nas vidas dos pais que nem nos próprios filhos (que supostamente até poderão conhecer melhor que certos amigos) eles confiam!
E com quanta certeza é que podemos confiar nos que elegemos nossos "amigos"?
Tenho pessoas a quem chamo "amigos" e que raramente vejo e que nem estão nas redes sociais, tenho pessoas a quem chamo amigos porque tivemos um passado bom comum apesar de nunca mais me ter encontrado com eles, tenho amigos que... etc, etc
O que é para cada um de nós, SER AMIGO?
Qual o nosso grau de perfeição e lucidez no julgamento que fazemos dos outros... ou até de nós próprios?
O que é isso de CONTROLAR?
Tentemos pensar com objectividade, sem que a emoção interfira no pensamento.
Como dizia uma amiga minha:
I ... MOSTLY RESPECT YOUR ASPECTS AND WISHES. I am also not putting any photos on FB, specially of... [my daughter]. It cannot be for pedofile reasons or political or... or... I am just tired of this big brother world controlling over and losing privacy through so many different things... I want my little universe private.
É uma postura entre milhares. Cada um terá a sua. O importante é que quando se trata de divulgar (seja para quem for) intimidades e filhos menores que não são nossos, ou de divulgar espaços privados dos outros, há que ter o cuidado de pedir permissão e de acatar humildemente a resposta sem julgamentos.
Aceitar a diferença e ser tolerante passa por aí. Será que ser amigo também passa por aí?
Parece-me que será ESTA a questão... porque de resto haverá imensas subjectividades!
Até que ponto é que é legítimo pensar que a nossa vontade de querer manter a nossa vida e a dos nossos privada, é "querer condicionar" ou "controlar" aqueles a quem pedimos para não publicar fotos nossas?
No fundo, no fundo... apenas somos responsáveis por aquilo que fazemos, mas aquilo que fazemos pode ir muito longe. Tanto na divulgação daquilo que não é nosso como no ter o cuidado de proteger aquilo que é nosso ou daquilo que assumimos como nosso, seja isso os amigos, filhos de amigos, animais de estimação, vítimas de holocausto, de violência doméstica ou o património de uma qualquer cidade, etc
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Labels: assertividade, Facebook
Comportamentos de risco

Por não conseguir ser de outra maneira, por ser mais forte do que eu, a minha assertividade já colecciona variadas situações de mal-entendidos, prepotências, humilhações... Acusações de: convencida, agressiva, teimosa, sem coração, doente, entre outras coisas.
O mais terrível é que a experiência já me vai dizendo aquilo que me espera... mas quando se trata de sermos assertivos... não há como evitar. Não podemos mudar os outros.
... ainda bem que há gente para admirar!
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