A Guerra é o cúmulo do absurdo


... e procurar explicação para o absurdo é perda
de tempo e enlouquecedor.
War: "a once in a lifetime experience... for wild men",
onde a adrenalina é o vício maior.

E assim vão as análises no mundo da moda


Hoje em dia, os conceitos de intimidade e de imoralidade geram debates. Numa época em que telefonamos em público, trabalhamos cada vez mais a partir de casa e “blogamos” as nossas vidas, internacionalmente, na Internet... A ligação entre a esfera pública e a esfera privada espalha-se. As fronteiras entre as limitações colectivas e a permissividade pessoal vão-se tornando indistintas. Como reacção a este fenómeno, surgem novas exigências de pensamento livre e independente. Aparecem novas posturas no que diz respeito à sedução — que vão do muito quente, ao aceitável.

E mesmo que não possam ser completamente expressadas publicamente, serão o centro de uma “válvula de escape” pessoal. Uma fuga caprichosa para um espaço privado começa a tornar-se uma necessidade para todos: imaginamos um mundo de sonho que reflecte as nossas fantasias. Desta forma, os locais tradicionalmente reservados para momentos íntimos vão revalorizar-se e expor-se a todos. Do mundo virtual ao lar físico, a capacidade sedutora e a imaginação, de todos, revela-se sem complexos!

Esta abertura da esfera privada oferece-nos a oportunidade para nos colocarmos “em palco” sob a forma como gostamos de ser vistos. Na era da auto-invenção, criamos micro ficções onde o emprego do artifício e do excessivo torna possível o destaque pessoal. A sedução é expressa como um cenário — onde os padrões clássicos são distorcidos — recriando um “mostruário” irresistível para o eu. Para preencher esta necessidade muito real pela permissividade e pela liberdade, os referenciais são agitados, muito especialmente, através da mistura de referências tradicionais com atitudes sedutoras modernas e ousadia.

Cresce a ideia de um mundo único e pessoal e da sensualidade auto determinada — ao mesmo tempo que crescem os meios para comunicá-la. Na Internet, inúmeros blogs funcionam como diários pessoais.

As fantasias são expostas a nível mundial, graças à nova tecnologia. Um fenómeno que actualiza, de forma radical, os clichés clássicos da sedução. Hoje em dia abraçamos a “sedução digital” — onde todos têm a liberdade de “brincar” com as normas do politicamente correcto do passado.

Novas formas de escapismo e de leveza, que nos permitem recriar um pouco de mistério no dia-a-dia das nossas vidas.



Cristal Bar, Hong Kong, por Katrin Olina

Bem! Para andar com isto...


... é necessário um curso! E a "coreografia" deve ser muito interessante!

desilude-me que...


... a ministra da cultura venha defender a importância de manter uma tradição, no mínimo, bárbara.

A cultura não pode servir de argumento quando se trata de diversão que implica o sofrimento de outros. Sejam eles animais ou seres humanos. A crueldade não pode ser ignorada se, de facto, existe.

O que pensarão os defensores das touradas se, de repente, resolvessem voltar a recuperar a tradição cultural das lutas de gladiadores, sacrificando cristãos... Um espectáculo imensamente popular e com milhares de fãs nos idos tempos dos "bárbaros" romanos? Homens contra homens e homens contra animais, numa luta de morte.

Mr. David Bowie, sempre


Love me, love me, love me, love me,
say you do
Let me fly away with you
For my love is like the wind,
and wild is the wind
Wild is the wind

Give me more than one caress
satisfy this hungriness
Let the wind blow through your heart
Oh wild is the wind, wild is the wind

You touch me, I hear the sound of mandolins
You kiss me
With your kiss my life begins
You're spring to me, all things to me
Don't you know you're life, itself!

Like the leaf clings to the tree,
Oh, my darling, cling to me
For we're like creatures in the wind,
and wild is the wind

Wild is the wind

Wild is the wind

Wild is the wind

wild is the wind



Roubei isto do Facebook de um amigo:

Trinta raios formam uma roda,
M
as é do interior da roda
Que o uso da carruagem depende.
Usa-se a argila para moldar o vaso,
Mas é do seu oco interior
Que o vaso se torna útil.

Portas e janelas são recortadas
Para embelezarem uma sala,
Mas é do espaço vazio do seu interior
Que a utilidade da sala depende.
Portanto,
Embora o Ser pareça importante
,
É o Não ser que se torna realmente decisivo.
Lao Zi, O Livro do Tao

... not waving, ... but drowning


I'd go to Patagónia, but it's harder there!

;)


Porque foram, aqui, publicadas umas miniaturas
que me pertencem e de que muito me orgulho.

Portal de estatístcas sobre Portugal


Aqui

Inquietações



Diz Filipe Nunes Vicente, a propósito do seu livro:

O tempo não cura, isso é óbvio. Mas como vivemos então? Porque nos habituamos. Porque nos habituamos à ferida. É um conceito estranho, passear um abcesso incurável ou um cancro que não mata? É.

Já está na minha lista de leituras obrigatórias.

Ritmos




Getty Images
Executando rituais comandados por pulsões interiores, embalando os corpos em movimentos hipnotizantes, projectando-os para as esferas dos estados alterados de consciência.

O Sol e a Peneira

Até onde vão os interesses e o egoísmo


O que a França e outros países, que se querem
acreditar civilizados, andam a fazer no Níger.
Tudo em nome de uma energia, que também
querem acreditar e fazer acreditar, que é limpa.
Mais aqui.

Fardos / Não há bela sem senão / Denial?

O assumir responsabilidades pode, eventualmente, tornar-nos os nossos próprios carcereiros em determinadas circunstâncias de vida...

Palavras para quê


Tim Booth

O que está para vir


RODARTE
Beleza e sofisticação. Uma marca que colecciona prémios.


Foto: Eugenio Recuenco

Ideias

Be individual, be cool, be yourself.


Aparelhos auditivos com estilo. Aqui.

Para um dia de chuva

Lugares


Foto de Gaena da Sylvia
Onde o inanimado vive, transpira, fala.

Quando Deus abandona...


... e os homens atrapalham.

Relações laborais (de confiança)

Alguém saberá onde posso ir buscar informação sobre a proporcionalidade directa da confiança do patrão nos trabalhadores e a motivação dos mesmos para o trabalho?

Encontrei alguma coisa mas ainda não é bem aquilo que procuro.

Cinemas

Corpos carregados de baldes de pipocas, alimentando cérebros carregados de banhas, onde o discernimento é ofuscado por nevoeiro mental.