Crise!!?... Haja música


Quem canta seus males espanta!
Boas entradas.
O 2009 que venha.
Bailemos!

entre festas


De Phazz: Jazz Music

xmas greetings

Insónia na noite de Natal

Pronto. Estraguei tudo.
Bebi um café ao jantar.
São cinco da manhã.
Acordei a pensar
que já lá não vou estar
quando o Pai Natal chegar.

Pensar é viver

Escrever é arrumar a casa.
Desenhar é ver.
Fotografar é compor.
Ouvir música é sonhar.

Poesia

Para mim, a poesia não é essa espécie de canto ornamental da existência humana. Não. A poesia é aquilo que nos põe em contacto com qualquer coisa que até ali nós não víamos, não sentíamos. Passamos a ter uma outra visão, realmente. Distinta da visão natural e ingénua que é a nossa, quando a gente vem a este mundo enquanto é jovem. A grande poesia é aquela que de repente, nos oferece um mundo, no qual a vivência deste se altera em cores e dimensões não sonhadas. É a criação de um outro mundo que se acrescenta realmente ao nosso mundo visível. É portanto isso e não os versos que são muito bonitos.
Eduardo Lourenço, na revista Ler de Setembro de 2008

'Tou indo, 'tou indo


This Is Where We Live from 4th Estate on Vimeo.
Descoberto neste blog.

Coisas que circulam por aí


The job
Os tempos são estes!

Já agora, uma sugestão para o Natal


Um livro para os pré-escolares, na livraria mais próxima de si.

Do impressionável (atenção aos mais susceptíveis)

Digo eu.

Isto (no contexto do filme) é muito mais aterrorizador...

... do que isto:

A cena passada no quarto 237 do filme Shining (não encontrei o clip), é muito mais impressionante do que isto (autópsia em directo):


A emoção colocada naquilo que se imagina será muito mais devastadora do que aquela que resulta daquilo que nos entra pelos olhos dentro, mesmo sendo impressionante.

Coisas que circulam por aí


Take a seat

Animais de hábitos, ou o Império da rotina

Há padrões de relacionamento que se instalam entre as pessoas.
Alterando os padrões, corremos o risco de nos tornarmos desconhecidos (estranhos) no(s) relacionamento(s).
Alterando os padrões instala-se a sensação de desajuste. Desconforto.
Mas, é (são) esta(s) a(s) pessoa(s) que eu sempre conheci?
Afinal quem sou eu neste(s) relacionamento(s)?
Quem tenho sido eu neste(s) relacionamento(s)?
São os padrões que se instalam?
Somos nós que o permitimos?
Teremos sempre consciência disso?
É o quotidiano que é responsável?
Vamos andando e vamos vendo, e vamos andando... e vamos vendo...
Serão as personalidades de cada um as responsáveis?
Será que é como um puzzle? As peças encaixam apenas de uma forma? Daquela forma e mais nenhuma? Da forma possível.
Formas de afinidade?
Depois vem toda a estruturação desta sociedade que acrescenta leis e moral aos relacionamentos, baralhando o esquema, "normalizando" o esquema. Leis muito pensadas e pouco sentidas. Elaboradas com finalidades políticas e de interesses, esquecendo que são para serem aplicadas a seres humanos — puzzles de faces complexas, com muitos encaixes possíveis.

I'm going in


foto: Johan Stomberg
Trolls, elfs, fairies.
What else...
Gobblins
and me.
Spreading myself on all that is green.

In and Out


I see you, I see you not.
I like him, I like him not.
I live life, I live life not.
I wish things, I wish things not.
I am me, I am me not.
Foto: Vít Latzel

A Vida e a lotaria

Foi azar...
Foi contestação.
Não. Foi o exercício de direitos.
Foi assertividade.
Foi azar.

Foi mérito...
Foi sorte.
Sim. Foi sorte, mas também foi mérito.

Nostalgia


foto: Wallace Rollins
Palavras trocadas
Memórias lembradas
Vidas vividas
Tempos passados
Páginas viradas
de livros manchados
de tinta e dedadas
Histórias contadas
Folhas caídas
Chás e torradas
Lugares esquecidos
Revisitados

Para ouvir até entranhar


Milla Jovovich: Satelite of Love
Thanks J.