“One of the things I was always most proud of in the UK was that this is a place where anyone can belong, which is an amazing achievement. That is now being threatened by the populist rhetoric of politicians and the laziness of the media in not challenging it.”
“I have huge faith in the people of the UK to sort this out eventually. It will take a generation… and in the long term, it will be good for the country to realise its own insignificance.”
“if you just climb over the side of the English-speaking box and look out, the world’s a very different place out there. There is more that unites us than divides us but everything we take for granted about national identity is pure chance.”
Aqui
Brexit
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Pensamento Crítico
"There’s a common conception that an opinion cannot be wrong. [...]
However, before you crouch behind your Shield of Opinion, you need to
ask yourself two questions.
1. Is this actually an opinion?
2. If it is an opinion how informed is it and why do I hold it?"
Aqui
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O que é uma opinião?
o resto está aqui.
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Só sei que nada sei
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Será que o Marcelo alguma vez leu Kahneman, ou Tetlock?
Daniel Kahneman, in Thinking, Fast and Slow
Philip Tetlock explicou as, denominadas, "previsões dos especialistas" num proeminente estudo que durou 20 anos e que publicou no seu livro Expert Political Judgement: How Good is it? How Can We Know? Entrevistou 284 pessoas cuja actividade principal era o comentário político ou económico. Recolheu mais de 80.000 previsões e verificou a sua veracidade. Os resultados foram devastadores para os peritos.
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Ai o poder das imagens e da mestria da tecnologia!

The Tree of Life, Terrence Malick
Mais um filme sobre a tragédia humana, mas desta vez talhado para místicos e crentes em Deus.
Não sendo, eu, crente e não tendo, eu, qualquer "nostalgia do absoluto", a minha opinião subscrevo-a aqui (inteiramente):
"se todas as voz-off sussurradas não fossem dirigidas a Ele (como são), mas a ele (como nunca são)."
"O medo dos absolutos", direi...
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A propósito de Bin Laden e de Obama
Political assassination is not an act of justice.
Aqui.
Uma posição de princípio: a morte de um ser humano não deveria ser celebrada, mesmo a de alguém muito provavelmente responsável pela morte de milhares de pessoas. Escuso-me a comparações com tantos e tantos homens, de tantas nacionalidades e com tão diferentes motivações, celebrados como heróis e com um passivo em mortes e destruição incomparavelmente superior. Fico-me pelo facto de não ter sido feita justiça. Para os americanos, o dead or alive é algo que faz sentido, como o é a pena capital, o olho por olho, dente por dente ou Guantánamo. Para os europeus, com séculos de guerra e de atrocidades, com duas guerras mundiais recentes e um Holocausto, não. Justiça seria a captura e julgamento no Tribunal Penal Internacional, uma vez que os seus crimes não conheceram fronteiras e não foram apenas contra cidadãos americanos.
Aqui.
Miguel e a vara

Ora aqui temos alguém que não se verga. Sempre igual a si próprio e destemido. Acho que sim. E subscrevo o que ele diz aqui.
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