Origem da Vida – Livro


Autores: Ilda Dias e Hernâni Maia

Promete, promete.
Lá estarei!

“Origem da Vida: Recentes Contribuições para um Modelo Científico”, de Ilda Dias e Hernâni Maia, Escolar Editora, Lisboa, 2008.

Das teorias criacionistas da Antiguidade e do evolucionismo pós-renascenista do século XIX, às explorações interplanetárias e cósmicas do século XXI. Publicada no limiar do "Ano de Darwin", em que se celebram os 200 anos do nascimento do cientista a quem se deve a primeira proposta de uma origem química para a Vida, e também no limiar do "Ano Internacional da Astronomia", a ciência a que se devem as mais recentes contribuições para a consolidação de um modelo científico para a origem da Vida, esta obra perfigura-se como um contributo para as celebrações que terão lugar no ano de 2009, que se aproxima.

Lançamento em Lisboa: Novembro 18 (18:00 horas), na Livraria Escolar Editora, Edifício C5 da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (FCUL). Apresentação por Filipe Duarte Santos, professor catedrático de Departamento de Física da FCUL, e Joaquim Moura Ramos, professor associado de Departamento de Engenharia Química e Bioquímica do IST.

Apresentação em Braga: Novembro 25 (18:00 horas), no auditório do Museu de Arqueologia D. Diogo de Sousa. Apresentação por Graciete Tavares Dias, professora catedrática de Ciências da Terra e presidente da Escola de Ciências da Universidade do Minho, e Mestre Arq. João Carvalho Vieira, presidente da Associação Científica de Astronomia do Minho.

Apresentação no Porto: Novembro 27 (18:00 horas), no Salão Nobre da Reitoria da Universidade do Porto (UP). Apresentação por Teresa Lago, professora catedrática de Matemática Aplicada (Astronomia) da Faculdade de Ciências da UP, e Alexandre Quintanilha, professor catedrático do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar da UP.

Apresentação em Coimbra: Dezembro 4 (18:00 horas), no Museu de Ciência (Laboratorio Chimico), Universidade de Coimbra (UC). Apresentação por Sebastião Formosinho, professor catedrático do Departamento de Química da UC, e Milton Costa, professor catedrático do Departamento de Bioquímica da UC.

ON TIME


Filme de Ted Chung

Os dealers de um futuro improvável. Novas formas de adicção. Mais opções de alienação.
Uff! Do que nos vamos safando!

Outro filme do mesmo autor.

A tristeza e os mendigos do meu bairro



A prova provada de que não fujo à regra da insensibilidade que atinge os que vivem nas urbes modernas é a de não me comover com os mendigos. Tornei-me imune à sua condição. Mas, ele há dias. Ele há dias. Não sei porquê mas no meu bairro têm aparecido mendigos acompanhados de animais de estimação (cães, essencialmente). Interrogo-me como é que eles os vão conseguindo alimentar. Na verdade o quadro torna-se mais comovente pois a expressão no focinho do animal parece reflectir a desgraça do dono. Usando do meu humor negro poderei dizer que se tratará de uma acção de marketing por parte dos mendigos. Mas não. Depois coloco-me no lugar deles e até acho que fazem muito bem. É uma boa maneira de combater a solidão. O problema é que quando os mendigos me começam a comover é sinal de que as coisas não devem estar lá muito católicas. Hoje fui invadida por uma onda de tristeza inexplicável (??). Talvez sejam os dias mais curtos a favorecer estes estados de espírito... Eu, por acaso, até tenho um animal de estimação, mas é de uma raça muito pouco interactiva.

Eu, por acaso, até não gostava de Standup


Bob Saget

The Hours?


Foto de Gregory Crewdson
Nesta foto sinto o mesmo desconforto e desajuste que senti no filme The Hours (magnífico, diga-se, o filme, quero dizer).

LOL


Elizabeth Perkins as Celia Hodes

Uff

Isto de ordenar os links por ordem alfabética é uma seca do caraças!

Lights, camera


...faites vos jeux.
Schubert, Piano Trio in E-Flat, Op. 100 (segundo andamento)

O Café


Local de encontros e desencontros.
"...hoping I'd run into you, I was hoping you'd pass by."

Ele há sítios



do caraças!

Question.

How do we save things that, to us, seem unsavable?
–Seiiii lá!

Ask The Mountains

Vozes Femininas

Jewel
Yael Nai¨m
Alison Goldfrapp
Charlotte Gainsbourg
Tori Amos
Suzanne Vega
Aimee Mann
Cat Power
Carla Bruni
Joan Baez
Sinead O'Connor
Brandi Carlyle
Dolores O'Riordan

Se estas coisas não existissem, qual seria o tamanho da neurose?

A fantasia, a invenção, a criatividade pensam, a imaginação vê.
Bruno Munari

I'm wired to the world


Goldfrapp: Utopia

Time is a string of pearls

There is always a time


Pavarotti: Ou é a voz ou sons que canta que faz arrepios.

One Life

still about marriage...

• The curse which lies upon marriage is that too often the individuals are joined in their weakness rather than in their strength -- each asking from the other instead of finding pleasure in giving.
• Why one man rather than another? It was odd. You find yourself involved with a fellow for life just because he was the one that you met when you were nineteen.
Simone de Beauvoir

A girl must marry for love, and keep on marrying until she finds it.
Zsa Zsa Gabor

Marriage is the chief cause of divorce.
Groucho Marx

Let's dance then

Quem dança


Seus males espanta.

O hino dos assertivos


And now, the end is near;
And so I face the final curtain.
My friend, I'll say it clear,
I'll state my case, of which I'm certain.

I've lived a life thats full.
I've traveled each and every highway;
And more, much more than this,
I did it my way.

Regrets, I've had a few;
But then again, too few to mention.
I did what I had to do
And saw it through without exemption.

I planned each charted course;
Each careful step along the byway,
But more, much more than this,
I did it my way.

Yes, there were times, I'm sure you knew
When I bit off more than I could chew.
But through it all, when there was doubt,
I ate it up and spit it out.
I faced it all and I stood tall;
And did it my way.

I've loved, I've laughed and cried.
I've had my fill; my share of losing.
And now, as tears subside,
I find it all so amusing.

To think I did all that;
And may I say - not in a shy way,
No, oh no not me,
I did it my way.

For what is a man, what has he got?
If not himself, then he has naught.
To say the things he truly feels;
And not the words of one who kneels.
The record shows I took the blows -
And did it my way!

... no fim dos meus dias espero chegar a esta mesma conclusão ;)

Fim-de-semana. Mais um.


dEUS: Nothing Really Ends



Moldy Peaches: Steak for Chicken

Sentem o cheiro?


Norbert Maier

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A marcas como esta vale a pena fazer publicidade.
É a arte e a imaginação e a ousadia ao serviço do vestuário.
Roupa com atitude.

Espera


Carlos Bell Ower

Aqui onde o exílio
dói como agulhas fundas,
esperarei por ti
até que todas as coisas sejam mudas.

Até que uma pedra irrompa
e floresça.
Até que um pássaro me saia da garganta
e no silêncio desapareça.

Eugénio de Andrade

As relações

+Marianne Charlotte Mylonas-svikovsky

[...] Mas as relações tal como as conhecemos acabaram. E o amor tal como o vivemos está a renascer. Se ainda não encontraram esta verdade na vossa vida, têm apenas de olhar à vossa volta. A vida das nossas relações está em descalabro. Não há nenhum de nós que não tenha ficado com o coração partido ou com um desgosto de amor, passado por um divórcio demolidor ou por uma terrível noite a sós no sofá. A vida contestou a nossa imagem mítica do que devia ser uma "verdadeira relação". E apesar de sabermos, pela nossa própria experiência pungente, que as relações não são a solução para tudo, continuamos a buscá-las, a querê-las, esperando que nos façam totalmente felizes, que nos devolvam a nós próprios.
Que a forma já não funciona é óbvio em toda a parte. Recentemente, no espaço de poucos meses, conheci as seguintes pessoas: uma mulher, supostamente bem casada e mãe de uma criança pequena que, para preencher as suas necessidades emocionais, mantém duas relações sexuais fora do casamento. Uma mulher, casada duas vezes sem êxito e, finalmente, pela terceira vez numa união extraordinariamente romântica e sentida, que se encontra novamente à beira do divórcio, após dez anos deste terceiro casamento "perfeito". Uma divorciada que mantém uma relação platónica com um homem casado que vive a centenas de quilómetros de distância e, em simultâneo, ligações sexuais com dois homens na cidade onde vive, e que explora, com um grupo sério e empenhado que reúne mensalmente, formas alternativas de relacionamento. Um homem de meia-idade, casado por duas vezes e pai de três rapazes, que acaba de mandar a sua terceira amada para uma pós-graduação sabática de um ano na Europa com a bênção de que "todo o homem que seja teu amante enquanto eu não estiver será um irmão para mim". A mãe solteira de uma filha de nove anos que tem uma ligação há vinte e cinco anos com um homem que não é o pai da filha. A mãe solteira de um rapazinho, que não tem relações sexuais mas mantém uma intimidade emocional estável com um homem que considera como seu "marido emocional". Uma mulher casada na casa dos quarenta, que nunca casou, que há sete anos mantém uma relação de fim-de-semana com um homossexual que também tem um amante do sexo masculino. Uma viúva com filhos, casada pela segunda vez, que acolheu dois enteados e enviuvou novamente, ficando com quatro crianças sem pai, duas das quais nem sequer são suas. Um homem na casa dos quarenta, que nunca foi casado, que mantém relações com um grupo de mulheres lindas, algumas das quais suas amantes, outras não, que, em conjunto, lhe preenchem as necessidades emocionais e libidinosas. Um homen no início da casa dos trinta que tem uma ligação com uma mulher com pouco mais de cinquenta anos e pensa casar com ela. Uma mulher não casada no final da casa dos quarenta que é considerada "solteira", mas que nunca passou mais de três semanas sem uma relação íntima. [...]
em O Futuro do Amor, de Daphne Rose Kingma

Cântico Negro

+Jacek Gasiorowski
"Vem por aqui" — dizem-me alguns com os olhos doces
Estendendo-me os braços, e seguros
De que seria bom que eu os ouvisse
Quando me dizem: "vem por aqui!"
Eu olho-os com olhos lassos,
(Há, nos olhos meus, ironias e cansaços)
E cruzo os braços,
E nunca vou por ali...
A minha glória é esta:
Criar desumanidades!
Não acompanhar ninguém.
— Que eu vivo com o mesmo sem-vontade
Com que rasguei o ventre à minha mãe
Não, não vou por aí! Só vou por onde
Me levam meus próprios passos...
Se ao que busco saber nenhum de vós responde
Por que me repetis: "vem por aqui!"?

Prefiro escorregar nos becos lamacentos,
Redemoinhar aos ventos,
Como farrapos, arrastar os pés sangrentos,
A ir por aí...
Se vim ao mundo, foi
Só para desflorar florestas virgens,
E desenhar meus próprios pés na areia inexplorada!
O mais que faço não vale nada.

Como, pois, sereis vós
Que me dareis impulsos, ferramentas e coragem
Para eu derrubar os meus obstáculos?...
Corre, nas vossas veias, sangue velho dos avós,
E vós amais o que é fácil!
Eu amo o Longe e a Miragem,
Amo os abismos, as torrentes, os desertos...

Ide! Tendes estradas,
Tendes jardins, tendes canteiros,
Tendes pátria, tendes tetos,
E tendes regras, e tratados, e filósofos, e sábios...
Eu tenho a minha Loucura !
Levanto-a, como um facho, a arder na noite escura,
E sinto espuma, e sangue, e cânticos nos lábios...
Deus e o Diabo é que guiam, mais ninguém!
Todos tiveram pai, todos tiveram mãe;
Mas eu, que nunca principio nem acabo,
Nasci do amor que há entre Deus e o Diabo.

Ah, que ninguém me dê piedosas intenções,
Ninguém me peça definições!
Ninguém me diga: "vem por aqui"!
A minha vida é um vendaval que se soltou,
É uma onda que se alevantou,
É um átomo a mais que se animou...
Não sei por onde vou,
Não sei para onde vou
Sei que não vou por aí!

José Régio

Dito por João Villaret: aqui

Sadness and the walls between us

+Patrick Martin
So near... and yet, so far.
Thoughts, wishes, desires, dreams.

Need.

So far... and yet, so near.
Intangible, impalpable.

Trying to fly or trying to flee?

To play or not to play.

... with fire?
... with life?

What life?

ai gato, gato... que brincas na rua...

O Casamento... e o homosexual também


Desigual Kiss the world

Anda por ai muito dinossauro vestido de liberal com medo que hajam igualdades como se o mundo deles, baseado na discriminação (jm dixit) desabasse. É a crise, é a desordem dos costumes, é a força da tradição, vale tudo para não se passar mais uma lei civilizacional. Dêm a voz ao povo e o povo responderá como já o fez antes politicos da treta. Desde que se aboliu pioneiramente a pena de morte no sec XIX que em portugal é só cobardes e vermes na assembleia.

Aqui há muitos comentários interessantes. Sérios e igualmente divertidos.

E aqui também.

vozes (repetição)

Wanted: POETRY


Oleg Dou

I'm in the mood.
Aceitam-se sugestões.
... de preferência com exemplos!

Thanking you in advance,
F

o véu

+Joon Lee
Mais uma consulta! Tudo em ordem!
Viva a vida!
... e como dizia o outro: It's not the end of the world!
... not yet man, not yet!!

O humor na cozinha

Cooking is a language through which all the following properties may be expressed: harmony, creativity, happiness, beauty, poetry, complexity, magic, humour, provocation and culture. El Bulli



Ferrán Adriá

Paz Interior

'O caminho para conseguir a paz interior reside em acabar as coisas
que começamos'.

Depois de um longo período de reflexão pensei:
'Pode ser que seja verdade...'
Olhei em meu redor vi todas as coisas que tinha iniciado e continuavam
inacabadas...

... Assim, hoje pus mãos à obra e terminei: uma garrafa de Bailey's,
uma de vinho tinto, uma de Chivas Regal, 4 Heineken, 3 chocolates e
uma caixa de preservativos.

Nem imaginam como me sinto melhor!

Contact

Les mots qu'on dit avec les yeux.

Ruído

+Miuky Sakamoto
Lidar com crianças apelando ao lado adulto (entenda-se "maduro") que se vai formando. Lidando com adultos partindo do princípio que já não poderá haver um lado criança (entenda-se "imaturo").

Weekend 1


Lift Me Up, Moby

weekend 2


Silicone Soul

Love, oh love...

They say there's a sun in the sky
but me, I can't imagine why
There might have been one
before you were gone
but now all I see is the night, so
I don't believe in the sun

How could it shine down on everyone
and never shine on me?
How could there be
such cruelty?

The only sun I ever knew
was the beautiful one that was you
Since you went away
it's nighttime all day
and it's usually raining too

The only stars there really are
were shining in your eyes
There is no sun except the one
that never shone on other guys
The moon to whom the poets croon
has given up and died
Astronomy will have to be revised
I Don't Believe in the Sun, 69 Love Songs, The Magnetic Fields

and still...

He poured it in her ear, the idea

of him on top, slowing time down
to enter her, convincing her
that everything would stay between them,
with his back to the air
and her bottom on the mattress,
their motions surrounded by
the smell of love and fabric softener.

She wanted him behind her, a position
of trust, tossing aside suspicions
of what he might do behind her back
and how easily he could hide
who else he might be thinking of.

But he did not want to look over her shoulder,

he wanted to be in her eyes,
moving his hips in slow clock-
wise
rotation,

making the cold stone expression
on her face crumble.
She'd been wearing her countenance that way

since the first day they met,
after one lover refused to stay inside her
and another was so indecisive, she was forced
to mount the problem and dominate.

But no more.

And she cried because he did everything
he said he would do to her
but when he was finished, he did not leave.

Deeper, de Quentin Huff

Assertivo, é



Entre outras coisas...
• Standing up for one's rights no matter what the circumstance.
• Taking the risk of being misunderstood as being aggressive, abrasive, or attacking.
Risk-taking behavior that is not ruled by fear of rejection or disapproval, but is directed by the rational belief that ``I deserve to stand up for my rights.''
• Seeking respect and understanding for one's feelings about a particular situation or circumstance.
Assertiveness

Alguém disse...

A vida é sexualmente transmissível e fatalmente mortal.
... e eu subscrevo!