Não acredito que os criminosos estão a "ser quem são". Só nos voltamos para a destruição quando perdemos o sentido de orientação e nos afastamos demasiado da ideia de sabermos a verdade sobre quem somos. Os criminosos perderam o seu centro e o que fazem aos outros é, na verdade, um reflexo do que sentem por si mesmos. Gostamos de pensar sobre os responsáveis por crimes e as vítimas como "eles" e "nós", mas não existem "eles". Só nós!
Anita Moorjani, Nascer de Novo
Depois de ter lido isto, um pensamento atravessou-se-me na cabeça:
— Diz-me qual o tamanho do meu eu que existe em ti, que dir-te-ei o tamanho do teu eu que existe em mim.