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The tree at the center of our being / Foi a mulher que quis ser como os deuses. Adão andava distraído.

Yggdrasil
Dwelling on Paradise, por Jordan Peterson

sistema nervoso autónomo
"The tree is the domain that unites chaos and order and the individual. The structure running up through the middle of it."

Aprender a dominar as nossas próprias criações

Maps of Meaning, The Architecture of Belief.

da atenção

Os antigos egípcios veneravam o olho porque é através dele que prestamos atenção.

The limitations of narrowing in... / The dangers of pathological belief systems / o Diabo é a matéria nunca aflorada pela dúvida



René Magritte
A própria realidade que vemos, cega-nos. Limita-nos. Afunila a nossa consciência, percepção.

A vantagem da não especificidade


"A importância de levar em consideração o que é irrelevante ajuda a explicar um estudo recente desenvolvido por um grupo de neurocientistas de Harvard e da Universidade de Toronto. Os investigadores começaram por fazer um teste sensorial a oitenta e seis alunos de Harvard. O teste foi concebido para medir a capacidade daqueles de ignorarem os estímulos externos, como o ruído de fundo do ar condicionado ou as conversas num cubículo próximo. Esta capacidade é geralmente considerada como uma componente essencial da produtividade, pois ajuda as pessoas a não se distraírem com informações extrínsecas. As probabilidades de a atenção ser diminuída são menores.
   É aqui que os dados começam a tornar-se interessantes: os alunos que tinham maiores dificuldades em ignorar coisas não relacionadas tinham também sete vezes mais probabilidades de serem considerados <> com base nas suas realizações anteriores. (A associação era particularmente forte entre estudantes distraídos com QI elevado.) De acordo com os cientistas, a falta de capacidade de concentração ajuda a garantir uma mistura mais rica de pensamentos durante o estado de consciência. Uma vez que essas pessoas tinham dificuldade em filtrar o ambiente envolvente, acabavam por deixar entrar mais coisas. Em vez de abordarem o problema a partir de uma perspectiva previsível, consideravam todos os tipos de analogias improváveis, algumas das quais viriam a revelar-se úteis. <>, afirma Jordan Peterson, [...] da Universidade de Toronto e autor principal do artigo. <>"
Jonah Lerer, in Imagine

É nos nossos cérebros que os fantasmas aparecem, não nas nossas casas



Até hoje, os psiquiatras e filólogos discutem sobre se o dramaturgo
[August Strindberg] terá mesmo sido um doente mental ou apenas um homem profundamente sensível e exaltado. [...] As pessoas com perturbações da personalidade de cariz paranóico procuram por todo o lado significados ocultos, têm uma confiança ilimitada no seu próprio saber e desconfiam dos outros. Pode parecer pouco simpático, mas o pensamento paranóico também tem o seu valor. Não serão essas tendências que caracterizam o estilo de muitos grandes escritores? Os poetas são visionários que com a sua percepção apuradíssima captam processos e acontecimentos em que os outros nem sequer reparam. [...] Na verdade, sem uma porção equilibrada de pensamento paranóico os próprios cientistas mal chegariam às suas conclusões. [...] Afinal de contas só se torna esperto quem sente dentro de si o desejo de reconhecer um sentido no mundo.
Como o Acaso Comanda as Nossas vidas, Stefan Klein

E, ainda a propósito disto, Shelley Carson e Jordan Peterson chegaram a algumas conclusões a respeito de "Génio, loucura e portas da percepção"