Showing posts with label Palavras. Show all posts
Showing posts with label Palavras. Show all posts

Populismo e Fake News / a rose is a rose is a rose

O populismo está mais popular?

“O populismo não emerge apenas da manipulação. É um sintoma de muitos problemas e desafios sérios, genuínos e complexos que o mundo contemporâneo está a enfrentar”, explica o académico finlandês.

“O que torna o populismo tão aliciante é o facto de “oferecer respostas simples para problemas complexos, construindo uma parede ou negando a ciência”.

A eficácia do populismo assenta nas “experiências reais e vividas de incerteza e de risco, na sensação de segurança e de direito” para as quais sugere “soluções nostálgicas e dramáticas”. “Há uma confiança na liderança carismática” e, por outro lado, uma “desconfiança no debate, na discussão e na evidência”.

Aqui

More performative utterances

"In Han dynasty China (206 BCE–220 CE) or Indian fifteen hundred years ago or in the thirteenth-century Japan, when the vagina was portrayed as the most sacred spot in the most sacred temple in a sacred universe, that was how woman's brains experienced their vaginas. When, as in  medieval Europe during the witch hunts the culture cast the vagina as the devil's playground and the gateway to hell, a woman in that culture felt herself to be built up around a core of existential shame. If, as in Elizabethan England, a culture portrays the vagina as a hole, a woman in that culture will feel that she is centered around emptiness or worthlessness; when, as in Germany and England and America after Freud, a woman's culture portrays the vagina's response as a test of womanliness, she is likely to feel herself insufficiently womanly. When a woman's culture – as in today's women's magazine-type sexual athleticism in the West – casts the ideal vagina as a producer of multiple orgasms on call, she will feel herself put to a continual, impossible test. When mass culture represents any given vagina as just one in ten million available orifices, as in today's porn industry, a woman will feel her sexual self to be replaceable, not important and not sacred.
And all this is not superficial: these perceptions are constructed at the level of neural synapses. In other words, the female brain changes physically over time in response to these kinds of repeated triggers in the environment. These triggers also affect her confidence and sense of hope."
Naomi Wolf, Vagina

Speech act theory


Speech Act Theory

Cunt: A Cultural History of the C-Word

Death Jump, by Alfred Kubin


"The c-word, 'cunt', is perhaps the most offensive word in the English language, and consequently it has never been researched in depth. Hugh Rawson's Dictionary Of Invective contains the most detailed study of what he calls "The most heavily tabooed of all English words" (1989), though his article is only five pages long. Cunt: A Cultural History Of The C-Word is therefore intended as the first comprehensive analysis of this ancient and powerful word."
Aqui

A word is not a single separate entity


"Words belong to each other. They do not live in the dictionaries. They live in the mind."

Heranças

"What one truly understands clearly articulates itself, and the words to say it come easily"
Boileau, L'Art Poétique




Há heranças muito pesadas, como o testemunha este impressionante e "breathtaking" relato.
Há outras que nos satisfazem plenamente e que nos aproximam de quem as possuiu e leu antes de nós. Foi o caso deste livro. Repousava na minha estante há quase vinte anos!
Agradeço à sorte de me ter calhado a mim e de ter pertencido a quem pertenceu.

Urban dictionary



Internest
: The cocoon of blankets, pillows, duvets, and comfy things you gather around yourself to keep warm whilst spending long amounts of time on the internet.

The tape that insists on sticking /balanços /Guerras que não comprei


[Acho graça ao comentário final do vídeo: "No cats were hurt". Gostaria de perguntar a quem teve esta ideia, o que é para si o significado da palavra hurt]

Eram cinco da manhã. Acordei.
A cabeça já se encontrava a 200.
A palavra maldade corria-me no pensamento sem que eu a pudesse banir de lá.
A palavra maldade não chegava para abarcar o seu próprio significado.
Não chegava para abarcar o mal-estar causado por atitudes racionalmente incompreensíveis.

O dia que nascia ia ser muito atarefado.
A folga dada no emprego vinha mesmo a calhar.
Deitei-me cedo pois o corpo tem-me pedido mais descanso do que o habitual.

Mas a maldita palavra atormentou o meu inconsciente e acordou-me.
Dei voltas na cama, tentando enganar o pensamento e a ansiedade que daí crescia.

Nada.

Às oito da manhã levantei-me. Batalha perdida.
Tanto que fazer...

Logo vai ser a passagem de ano. Uma noite em que quero investir.
A do ano passado foi muito triste e este ano, que está a acabar, foi muito difícil.

Como fazer para banir pensamentos invasivos?

O sentimento de impotência perante a injustiça é devastador.
Corrói-nos por dentro. Tira-nos o sono.

É tão importante, para mim, dormir.

estudos que demonstram que as vítimas de desprezo têm muito mais possibilidades de virem a contrair doenças.

Não consigo digerir as palavras desprezo, maldade, prepotência.
Prevejo mais noites de insónia.

Tenho que reformular algumas coisas no meu coração.
Não queria.
Não é confortável.
Vai-me tirar ainda mais sonos.

Sinto-me presa por ter cão e presa por não ter.

Poderá parecer tudo tão ridículo... Mas há atitudes que não consigo digerir.
Atitudes.
Atitudes incompreensíveis, perante pedidos tão simples.
Tão simples.

Não acredito que a vaidade, a necessidade de afirmação, possam assumir proporções tão enormes. Tão grandes ao ponto de ignorar sentimentos e convicções.
Tão grandes ao ponto de se disfarçarem de argumentações mirabolantes.

Podia estar para aqui a dissertar e a dissertar... Mas nem por isso me sinto mais aliviada.

E no final de contas o corpo é que paga!
Essa é que é a verdade.

A importância das palavras / isto é muito divertido!




Steven Pinker

I come home to my fucking house after three fucking years in the fucking war, and what do I fucking-well find?
My wife in bed, engaging in illicit sexual relations with a male!
(ao minuto 0:37:10)
The evolutionary function of laughter is to generate mutual knowledge.
(ao minuto 1:11:50)

Como eu gosto destas palavras / palavras com muita muiticidade

Muchness ("muiticidade": qualidade possuída por Alice, a do País das Maravilhas, segundo o chapeleiro louco, interpretado por Johnny Depp)

Nothingness

Otherness (referido aqui)

Novel vs Poetry

....the sound of the sentences to carry the weight of the emotions...
Elizabeth Strout
... poems are more like people, than novels are...
Daniel Menaker