Neurónios ao Nirvana


Neurónios ao Nirvana- Documentário Completo- Legendado

MAPS site

On the importance of forgetting

"The predominant focus in the neurobiological study of memory has been on remembering (persistence). However, recent studies have considered the neurobiology of forgetting (transience). Here we draw parallels between neurobiological and computational mechanisms underlying transience. We propose that it is the interaction between persistence and transience that allows for intelligent decision-making in dynamic, noisy environments. Specifically, we argue that transience (1) enhances flexibility, by reducing the influence of outdated information on memory-guided decision-making, and (2) prevents overfitting to specific past events, thereby promoting generalization. According to this view, the goal of memory is not the transmission of information through time, per se. Rather, the goal of memory is to optimize decision-making. As such, transience is as important as persistence in mnemonic systems."

Aqui

Têm mesmo a certeza que querem receber mais imigrantes?



Vamos lá por partes:
Resposta possível: SIM
1) O território planetário é, de facto, de todos os que aqui habitam.
2) Na história deste, até ver, desafortunado planeta, sempre houve povos que, em nome de imensas causas – legítimas (?) ou não – meteram-se a caminho e ocuparam (a bem ou a mal) territórios 'que não eram seus'.
3) Guerras civis e desgovernos de 'chefes / governantes' corruptos e gananciosos que empurraram populações para as grandes cidades, agravando as condições de vida e segurança de quem lá morava (Luanda, por exemplo, ou o Brasil).
4) Zonas imensas no planeta (dentro de fronteiras políticas bem definidas) completamente despovoadas devido à falta de sensibilidade, falta de sentido de missão política, arrogância e incapacidade de olhar para além do próprio umbigo da grande maioria dos governantes eleitos deste planeta.
5) Com a capacidade criativa inata da nossa raça, um potencial para o questionamento, uma evolução tecnológica e nível de conhecimento capazes de transformar o planeta num forte candidato a paraíso exemplar deste Universo – mandmos tudo por água abaixo investindo em guerras e ridículas disputas de poder como se não tivéssemos filhos, como se não houvesse amanhã.
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Agora venham-se queixar!
Tiros e mais tiros nos pés! Esta raça humana, a meu ver, e até prova em contrário, está completamente condenada.
Para citar o 'tio Sune', em A Morte de Um Apicultor:
– "É sempre a mesma merda!"

In a different voice

The really beloved bad boys of women's literature don't bully or abuse the heroine, but they continually provoke and tease her – they are teasing her to release her own latent wildness. Ando one thing the romantic heroes of women's fiction, even the bad boys, who can be brusque or verge on rudeness, never, ever do is actually snap at, that is, negatively startle, the heroine; think of the edgy but grudgingly respectful repartee of Darcy and Elizabeth. Virtually every women's genre romance novel follows a script of a man who seems bad – insensitive, corrupt, womanizing – but turns out to be good. It also often features a heroine who begins demure and unripe – "Poor, obscure, plain and little" in Jane Eyre's speech – but who becomes herself, under the provocation of this bad boy who is secretly good.
This seeming paradox or politically incorrect fantasy is, I would argue, an essential archetype of the female heterosexual journey. A skilled, even at times slightly dangerous, male provocateur can help the female sexual journey to begin. "Badness" is not literal badness – it is otherness, wildness, the dimensions of the unknown. The motorcycle boots, the Harley – they are about her adventures, her penchant for the open road, erotically and in terms of her own creativity and subcersiveness, that society has generally repressed in her and forbidden her to claim as a longing, let alone as part of her "good girl" identity. His male "badness" is simply the projected dark animus of her own unacknowledged wild self."

Naomi Wolf, Vagina

A favor do aborto

A favor do aborto – o argumento do violinista

O texto abaixo foi retirado do livro Ética Prática, por Peter Singer.

O último dos três argumentos que procuram justificar o aborto sem negar que o feto seja um ser humano inocente é o de que a mulher tem o direito de escolher o que acontece ao seu próprio corpo.

Este argumento tornou-se proeminente com a ascensão do movimento de libertação da mulher e foi elaborado por filósofos americanos simpatizantes do feminismo. Um argumento influente foi apresentado por Judith Jarvis Thomson por meio de uma analogia engenhosa. Imaginemos, diz ela, que acordamos uma manhã e descobrimos que estamos numa cama de hospital, ligados de uma maneira qualquer a um homem inconsciente deitado numa cama ao lado. Dizem-nos que esse homem é um famoso violinista com uma doença renal. A única forma de ele sobreviver é ligar o seu sistema circulatório ao sistema de outra pessoa com o mesmo grupo sanguíneo e nós somos a única pessoa com o sangue adequado. De modo que uma sociedade de melômanos nos raptou, mandou realizar a operação de ligação e aqui estamos. Como nos encontramos agora num hospital respeitável, poderíamos ordenar a um médico que nos desligasse do violinista; mas, nesse caso, o violinista morreria pela certa. Por outro lado, se nos mantivermos ligados por apenas (apenas?) nove meses, o violinista terá recuperado e podemos então desligar-nos sem o pôr em perigo. Thomson pensa que, se nos encontrássemos nesta dificuldade inesperada, não teríamos a obrigação moral de permitir que o violinista usasse os nossos rins durante nove meses. Poderia ser generoso ou simpático da nossa parte, mas, segundo Thomson, isso é completamente diferente de dizer que estaríamos a fazer um mal se assim não procedêssemos.

Note-se que a conclusão de Thomson não depende de negar que o violinista é um ser humano inocente, com o mesmo direito à vida que qualquer outro ser humano inocente. Pelo contrário, Thomson afirma de fato que o violinista tem direito à vida – mas ter direito à vida não implica, prossegue Thomson, o direito de usar o corpo de outra pessoa, mesmo que sem essa utilização uma pessoa morra. A analogia com a gravidez, em especial com a gravidez resultante de violação, é óbvia. Uma mulher grávida na sequência de uma violação encontra-se, sem que tenha feito uma escolha, ligada a um feto de uma forma comparável à pessoa ligada ao violinista. É verdade que uma mulher grávida não tem normalmente de passar nove meses numa cama, mas os adversários do aborto não encarariam este pormenor como uma justificação suficiente para o aborto.

Oferecer um bebé recém-nascido para adoção pode ser mais difícil, psicologicamente, que separar-se do violinista no final da sua doença; mas, só por si, este fato não parece uma razão suficiente para matar o feto. Aceitando, para fins de argumentação, que o feto conta como um ser humano pleno, fazer um aborto quando o feto não é viável tem o mesmo significado moral que nos desligarmos do violinista. Assim, se concordarmos com Thomson em que não seria um mal no desligarmos do violinista, temos de aceitar também que, qualquer que seja o estatuto do feto, o aborto não é um mal – pelo menos quando a gravidez resulta de estupro. O argumento de Thomson pode provavelmente alargar-se a casos que ultrapassam o estupro.

Suponhamos que nos vemos ligados ao violinista, não porque fomos raptados por amantes da música, mas porque tínhamos a intenção de ir ao hospital visitar um amigo doente e, quando entramos no elevador, apertamos inadvertidamente no botão errado e fomos parar a uma seção do hospital visitada normalmente apenas por aqueles que se ofereceram como voluntários para serem ligados a pacientes que de outra forma não sobreviveriam. Uma equipe de médicos à espera do voluntário seguinte pensou que este tinha chegado, aplicou-nos a anestesia e ligou-nos. Se o argumento de Thomson era sólido no caso do rapto, provavelmente também o é neste caso, uma vez que nove meses involuntários a apoiar outra pessoa é um preço elevado a pagar por ignorância ou descuido. Deste modo, o argumento podia aplicar-se não só aos casos de violação, mas a um número muito maior de mulheres que engravidam devido à ignorância, descuido ou falha dos métodos de contracepção.

Daqui

Porn for women


"I suspect if people set humor aside, men and women would have pretty much the same answer: I want someone to look deep into my eyes, see me for real, and think I am the best thing ever. Now that's sexy."
Aqui

O livro.

Back to Mother Nature


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Conceito > silogismo > narrativa

Só o "conceito" gera conhecimento. O conceito é C, que concebe no seu interior A e B, e que se conceptualiza através de A e B. É a estrutura superior que inclui A e B e a partir da qual se pode fundamentar a relação entre A e B. Assim, A e B são os "momentos de um terceiro superior". O conhecimento só é possível ao nível do conceito. "O conceito é o que habita nas coisas, o que faz com que as coisas sejam o que são, e conceber um objecto, portanto, significa tornarmo-nos conscientes do seu conceito"*

[...] O Big Data é desprovido de conceito e de espírito. O conhecimento absoluto que o Big Data pretende coincide com o desconhecimento absoluto.

[...] "Tudo é silogismo" significa "tudo é conceito".* O conhecimento absoluto é o silogismo absoluto. A "definição de absoluto" é "que é o silogismo"*.
Da adição continuada não resulta um silogismo. O silogismo não é uma adição, mas uma narrativa.

[...] O Big Data é puramente aditivo e não consegue nunca o silogismo ou a conclusão. O espírito é um silogismo, uma totalidade na qual as partes são integradas com sentido.

[...] O conhecimento é um silogismo. Os rituais e as cerimónias são formas silogísticas. Representam um processo narrativo.

[...] Hoje a perceção não é capaz do silogismo, porque faz incessantemente zapping através de uma rede digital infinita. O que totalmente a dispersa. Só uma demora contemplativa é capaz do silogismo.

[...] Se todo o racional é um silogismo, então a era do Big Data é uma época sem razão.

Byung-Chul Han, Psicopolítica




*G. W. F. Hegel

A dor é uma paisagem

"A dor é uma paisagem."

"Quando deixamos por instantes o subconsciente à solta, ele começa naturalmente a criar enredos. Cria uma identidade, adapta-se ao meio,inventa novas formas para preencher o vazio que entretanto se faz quando esquecemos a nossa vida imediata.
Não há nada pior para o subconsciente, parece,do que a sensação de não ser ninguém."

"E, ao mesmo tempo, é perfeitamente claro que aquilo era impossível entre nós. Foi puro milagre que a nossa história durou tanto tempo.
Tudo, toda a nossa vida estava baseada num só princípio muito simples, um acordo:
Proibição de nos vermos. Quero dizer, proibido vermo-nos verdadeiramente um ao outro.
É um jogo bastante complicado, o de tentar manter um tal acordo durante doze ou treze anos sem nunca deixar cair a máscara, mesmo quando estamos zangados ou muito tristes. É como se vivêssemos fechados numa sala exígua com alguém, com a condição de lhe virar sempre as costas.
É preciso perceber, claro, o que há por trás de um tal acordo.
A meu ver é a dor. Uma espécie de sofrimento original, que carregamos desde a infância e que não deverá ser mostrado. O facto de o sofrimento estar escondido é bem mais importante do que a sua existência."

"E agora ali estava eu, a apresentar uma senhora, claramente o grande amor da minha vida, à minha mulher. [...] Uma utopia, pensei eu. Uma utopia tornada realidade. Sempre o pressenti. Nada nos impede, afinal de contas, de viver fora das regras. E pensar que nunca tinha percebido isto!"

"A infância é um tempo solitário, concentrado em si mesmo."

Lars Gustafsson, A Morte de Um Apicultor

The Quantified Self e narrativas... e o esquecimento

"A crença na mensurabilidade e na quantificabilidade da vida domina a totalidade da era digital. O Quantified Self presta homenagem a essa crença. O corpo é equipado com sensores que registam dados de maneira automática. Medem-se a temperatura corporal, a glucose no sangue, o teor calórico, o consumo de calorias, perfis de movimento ou partes adiposas do corpo. Na meditação medem-se as pulsações. Até mesmo na relaxação, o que conta é o rendimento e a eficácia. Registam-se as sensações, os estados de espírito e as actividades quotidianas. A partir da automedição e do autocontrole far-se-á aumentar o rendimento corporal e espiritual. Todavia, a simples multiplicidade dos dados acumulados não dá resposta à pergunta: Quem sou eu? O Quantified Self é também uma técnica dadaísta que decompõe o eu em dados até o esvaziar de sentido.
O lema do Quantified Self é: Self Knowledge through Numbers – autoconhecimento por meio de números. Os dados e os números, por muito que abranjam, não proporcionam o autoconhecimento. Os números não contam nada sobre o eu. A numeração não é uma narrativa."

[...] "A sociedade humana é uma narrativa, um relato do qual o esquecimento faz necessariamente parte. A memória digital é uma adição e uma acumulação sem lacunas. Os dados registados são enumeráveis, mas não narráveis. O guardar e recuperar distinguem-se substancialmente da recordação, que é um processo narrativo. A autobiografia é um escrito narrativo da recordação."

[...] "Anuncia-se uma nova era do conhecimento. As correlações substituem as causalidades. O isso é assim substitui o porquê. A quantificação do real em busca de dados expulsa o espírito do conhecimento."

[...] "É simplesmente assim. Trata-se de uma relação de probabilidade, mas não de necessidade. A relação traduz-se: é frequente que A tenha lugar juntamente com B. É o que distingue a correlação da relação causal. A necessidade é distintiva da relação causal: A causa B."
Byung-Chul Han, Psicopolítica

NeuroColor


Aqui

SLOW LOVE and Why him? Why her?


Dr. Helen Fisher: "Anatomy of Love" | Talks At Google


We've got data on over 30,000 people. Every year I ask a lot of questions, and one is about one night stands and friends with benefits and living together and every year I end up finding that over 50% of people have had a one night stand over the course of their lives, over 50% have had friends with benefits and over 50% have lived with somebody long term. I thought to myself that it's quite a lot of people doing what in this cutter is a bit frowned upon… They're not all 'crazy', there's got to be something going on here. Most people think that this is pure recklessness of the young, but the old are just as reckless… I finally stumbled on a statistic which was that 60% / 70% of people in America today, who are living in a long term partnership before marrying are TERRIFIED of the social, the legal and the emotional and the economic consequences of divorce. So maybe it's not recklessness. Maybe it's caution. Given an age where we're not scared of pregnancy, we're not scared of diseases, you don't have to walk the walk of shame… and I think an awful lot of people are taking their time to find the right person. We're moving into an age what I call a long pre-commitment stage, before marriage. We want to know every single about this person, before we tie the knot. before we marry, and I call it 'Slow Love'.

THE 3 BRAIN REGIONS LINKED TO LONG TERM HAPPY RELATIONSHIPS:

What makes a happy marriage?

On those people (in a long term marriage or in a long term relationship) who showed a lot of activity in the brain regions linked with romantic love, and also scored high on a marriage satisfaction questionnaire, we found three brain regions associated with long term happiness. Now, psychologists have a host of different ways of telling you what makes a happy partnership…
This is what the brain says (I'm just trying to add what the brain says):

In these people in long term happy marriages, in two very different parts of the world (America and China), we found activity in a brain region linked with empathy, in a brain region linked to controlling you one's stress, your own emotions, and in a brain region what we call, positive illusions: the ability to overlook what you don't like about this person and focus on what you do.

I would also say that if you really want a long term happy relationship, keep up your sex life with the person (that can trigger romantic love and feelings of attachment), stay in touch with the person (any kind of touch drives up the oxytocin system), and do novel things together (novelty definitely drives up the dopamine system).
But most important you've got to pick the right person.

Q: I want to ask about whether there's any sort of feedback systems between the conscience mind and your undercurrent system and so much that you can control…? Aqui


HF: There's always feedback. Some people are predisposed to alcoholism and they give up drinking. Some people are lazy and they go to their job everyday. Some people would love to philander with this or that and they chose not to. Scientists now think that a good 40 to 60% of who you are is biologically derived, and a good 40 to 60% is culturally derived. And, you know, people began to win Nobel prizes for epigenetics. For the fact that these are always in cahoots. Culture is going to change biological patterns and biology is going to change certain cultural patterns.

On monogamy, poliamory and jealousy. Aqui.


Why him? Why her?
In Match.com, in 40 countries and over 14 million people answered the questionaire.










Investment behaviour

"Dr. Helen Fisher pointed out, in The Anatomy of Love, that women's evolutionary need to have a partner to help her during the vulnerable first two years of a child's life predisposes women to value behaviour from men that indicates that they are cherished and being committed to. I call this "investment behaviour." This is different, as Dr. Fisher herself points out, from the old canard of evolutionary biologists who insist that fertile young women will respond sexually to older men with money and power.
Dr. Fisher's persuasive theory about women benefiting in evolutionary terms by responding sexually to men (or, presumably, women partner) who demonstrate that they can partner effectively for the baby's vulnerable years, and who show that they can keep mother and baby safe, led me to wonder — given that this was so valuable evolutionarily to women, their bodies, indeed their vaginas — if it might prompt them to "notice" or register such actions in potential mates before their minds had paid attention, in the same way that recent science has established a biological basis for the "gut response" to others."
Naomi Wolf, Vagina

The Long-Term Effects of #MeToo

As consequências previsíveis, inevitáveis e necessárias, de qualquer "desequilíbrio" instalado há demasiado tempo.

– Uma reflexão necessária.

No entanto, fazendo referência aos dados estatísticos mencionados por Heather Mac Donald, não consegui evitar que a lembrança da reflexão (ainda pertinente?) que Virginia Woolf, expressa no seu livro, "A Room of One's Own", me invadisse o pensamento.


Heather Mac Donald Warns about the Long-Term Effects of #MeToo

#metoo, a new conversation



Men and women after #metoo / A new conversation

Embora eu ache que a noção de 'patriarcado' é mais do que algo apenas sobre Homens e a noção de 'feminismo' é mais do que algo apenas sobre Mulheres... Pensar fora da caixa e questionar, questionar, questionar, vale sempre a pena.

– das sombras de 'todas as cores'
– toxic masculinity
– internalised misogyny
– castration
– slow motion dictatorship of the mind
– men need to find their balls

Mais aqui: Mazanti Lousada
The Blog

das Luzes

"No primeiro movimento das Luzes, acreditou-se que a estatística era capaz de libertar o conhecimento do conteúdo mítico. [...] A palavra-chave das segundas Luzes é transparência. Os dados são um meio transparente. [...] O imperativo do segundo movimento das Luzes é: tudo deve ser transformado em dados e em informação."
Byung-Chul Han, Piscopolítica

Das partes e do todo

Back in the 70s...

" The vagina and vulva were primarily understood as mediating sexual pleasure. What was important was technique — one's own masturbatory technique,, and the skills one taught to a partner. Feminists and pornographers alike defined the vagina and vulva in terms of the mechanics of orgasm. [...] The harm of this model of female sexuality is that it reaffirms a fractured, commercialized culture's tendency to see people, including "sexually liberated women," as isolated, self-absorbed units, and to see pleasure as something one needs to acquire the way one acquires designer shoes, rather than as a medium of profound intimacy with one another, or with one's self, or as a gateway to a higher, more imaginative, fully realized dimension that includes and affects all aspects of life."
Naomi Wolf, Vagina

Slow to heat and slow to cool: Water


"As historian Douglas Wile describes it in his book Art of the Bedchamber: The Chinese Sexual Yoga Classics, "At the very least, a man must delay his climax to adjust for difference in arousal time between 'fire and water' and to ensure the woman's full satisfaction." Wile elucidates the Taoist philosophy further: "The woman was said to love slowness (hsu) and duration (chiu), and abhor haste (chi) and violance (pao)... The woman expresses her desire through sounds (yin), movements (tung), and signs (cheng or tao). In her sexual responses she is compared to the element water, 'slow to heat and slow to cool.'... Prolonged foreplay is always presented as the precondition for orgasm.""

Aqui

Medo às mulheres


"Olhar para os ataques de que Irene foi alvo por exemplo no Twitter, onde deu mostras de uma inteligência, capacidade argumentativa e pedagógica e paciência impressionantes, é assistir a uma espécie de catálogo das reações a uma mulher que ousa erguer-se no espaço público. Desde logo, a apreciação física: uma parte considerável dos comentários, de homens e mulheres, foram sobre o corpo de Irene. Particularmente significativa é a fúria contra os pêlos nas axilas, aliás um clássico: de cada vez que surge uma imagem de mulher que não se depila temos uma espécie de linchamento generalizado. Sucedeu com Madonna, com a filha de Madonna e em inúmeros outros casos."
Fernanda Câncio, A Raiva às Mulheres Sem Medo

Dataísmo

"Podemos dizer adeus a toda a teoria do comportamento humano, da linguística à sociologia. Podemos esquecer a taxonomia, a ontologia e a psicologia. Quem sabe porque fazem as pessoas o que fazem? A questão é o que fazem e que nós podemos segui-lo e medi-lo com uma fidelidade sem precedentes. Com suficientes dados, os números falam por si."
Chris Anderson, Wired Magazine Julho 2008