We have the sense of the presence of the things we can't see / A sea of possibilities...


We see more than projects in the eyes and we see less than projects in the eyes.
We need a new way of thinking about presence than the projective way.

Em vez de pensarmos naquilo que vemos como algo que se projecta nos olhos e que dá origem a um evento no cérebro de forma a que a visão se processa no cérebro (dentro da cabeça); pensemos naquilo que vemos ou naquilo que se encontra disponível, o que está lá para nós, o que se mostra presente, como algo que se encontra disponível, não para o olho, não para o cérebro, mas para uma pessoa, para um animal, que ocupa um lugar. O que se encontra presente, para nós é o que se encontra disponível para nós, num determinado lugar.


... What is a concept, but a skill of access.
[... o que é um conceito, senão uma habilidade/capacidade para aceder.]

Experience is a process of achieving access to the world.

We are not authors of our own organization. We are not necessarily knowledgable about the way we are organized by our bodies and by our environment and by other people is actually the locus of the relevant kind of activity where consciousness happens. And a new biology of human experience will take its start from thinking about organization and our possibilities for reorganizing ourselves.

No comments: