Ai acha? Mas não tem nada que achar! / Os filmes que as cabeças tendem a fazer... / Onde é que eu já vi isto!?!



A tendência que temos para contar histórias a nós próprios baseados em muito pouca informação, só porque fazem sentido para nós, porque nos parecem coerentes. O resultado é o extremo excesso de confiança, porque somos exímios contadores de histórias. Se a história for boa, acreditamos nela.

Ao minuto 34 (e traduzindo):

O sistema 1 é extremamente pobre a lidar com estatística e inclina-se mais para contar histórias, e essas histórias são geradas a partir de muito pouca informação.

"O Steve é um tipo arrumado e dócil com uma paixão pelo detalhe." O Steve foi seleccionado de forma aleatória de entre a população canadiana. Qual será a probabilidade de Steve ser bibliotecário em vez de lavrador?
Um facto assalta de imediato a nossa mente: Steve parece ser um bibliotecário. A combinação de estereótipos vem-nos logo à mente. Aqui, a estatística é relevante. Nos EUA há 20 vezes mais lavradores masculinos que bibliotecários masculinos. Portanto, de facto, à luz de qualquer cálculo sensato, o Steve tem mais probabilidades de ser lavrador do que bibliotecário, apesar de ser arrumado e dócil.

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