"Solidão... Não creio como os outros crêem, não vivo como eles vivem, não amo como eles amam... Morrerei como eles morrem.
[...]
... enviuvou e pode finalmente chorar sem que lhe perguntem porquê;
[...]
Para me poder matar, a morte precisará da minha cumplicidade.
[...]
O crime do louco, é que ele se prefere a tudo. Essa preferência ímpia repugna-me nos que amam. A criatura amada é para esses avaros apenas uma peça de ouro onde crispar os dedos. Não é mais que um deus; é apenas uma coisa. Recuso-me a fazer de ti um objecto, mesmo que seja o Objecto Amado."
Fogos, de Marguerite Yourcenar
Fogo!
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