... e deixamo-los fugir...

"Eu diria, ironicamente, que a capacidade de trabalho e as qualidades dos profissionais portugueses - um reconhecimento notório noutras áreas e que, finalmente, chegou ao campo da cultura - tem a ver com a dificuldade de fazer projetos em Portugal. Às vezes, é tão complicado que se adquire um treino muito válido noutros contextos", diz. "Quem consegue fazer uma carreira em Portugal, consegue fazê-la em qualquer lugar do mundo." [Pedro] Gadanho assinou um contrato por três anos, renovável, com o prestigiado MoMa, tendo vencido 85 outras propostas a concurso. Enviou um currículo, depois de apalpar possibilidades num concurso para o Storefront for Art and Architecture, em que ficou na shortlist. O que lhe interessa? A cultura contemporânea da arquitetura, os diálogos entre artistas plásticos e arquitetos, o poder deixar uma marca no futuro - e na coleção de arquitetura do MoMa. Outro orgulho histórico para a curadoria portuguesa.

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