C'Est la vie
Por vezes, o preço que pagamos por sermos
assertivos é muito doloroso.
Ser assertiva é algo que me é vital. Visceral.
Por vezes não me deixa alternativas.
Coincide com o meu "défice de hipocrisia".
;)
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Recorrências /Resiliência

‘I am hurt, but I am not slain;
I’le lay me downe and bleed a-while,
And then I’le rise and fight again.
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Perigos /critérios

É curioso verificar como facilmente se pode
tender a confundir as redes sociais virtuais com
a própria vida e o perigo de nos podermos
achar omnipresentes e detentores de verdades (?)
a respeito dos outros por termos acesso à forma como
os outros vão gerindo as suas páginas virtuais.
É curioso.
Facebook Manners
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Deus dá com uma mão e tira com a outra / Contradições em época festiva

Nailing Christ to the Cross, Gustave Doré
Estando, ainda, em ressaca de quadra festiva, na época em que o gesto de oferecer é enaltecido, lembrei-me desta frase. Pressupõe uma grande prepotência (também no sentido mais pejorativo). Uff! Ainda bem que não acredito em Deus. Seria uma grande decepção. Não posso conceber o acto de dar associado ao acto da cobrança. Não me sinto obrigada a dar esmola ao pedinte. Se optar por dá-la, qual o meu direito em exigir algo em troca? Afinal a decisão foi minha!
Sinto-me com sorte por saber o que é o prazer de poder dar.
Dar. Simplesmente. Sem condições, sem cobranças.
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Labels: Escritos, Prepotence, Reflexões, Thoughts
Dia sim, dia sim, dia não, dia sim
Até onde pode o corpo tolerar tanta tristeza, tanto sofrimento?
Até onde pode ir o sofrimento?
Até onde pode ir a amizade?
Tentando fechar gavetas.
Procurando abrir portas.
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Labels: Escritos, Music, Olafur Arnalds, Thoughts
Aqui, eu podia ser feliz

Clicar para aproximar.
... e nas traseiras há, certamente, uns jardinzinhos muito acolhedores!
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Labels: Arquitectura
Por Vocação

Se eu fosse homem e se possuísse algum poder de compra, muito provavelmente seria aqui que me vestia. E as montras são sempre fantásticas!
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Watermarks
Blade Runner
The importance of what memories can bring.
The inheritance of memories.
The influence of invisible memories.
The subconscient presence of memories.
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Quem vê caras... / Marketings

Getty Images
Depois de lhe ter arranjado o cabelo, a moça cabeleireira dirigiu-se à cliente, olhando para o seu cabelo, a caminho do grisalho, e disse-lhe:
–"Porque é que a senhora não pinta o cabelo?"
– "Primeiro, porque dá muito trabalho. Porque se começo a pintá-lo e depois deixo de o fazer receio já não me reconhecer. Além disso não me sinto mal assim."
Mas, apesar de uma exposição destas, a moça cabeleireira continuou:
–"Mas olhe que se o pintar vai parecer muito mais nova!"
– "Que idade me dá?" – pergunta a senhora.
Então, a moça preparou-se para assumir um personagem diferente:
–"Eu vou olhar só para a cara da senhora. Só para a cara! Vou-me esquecer do seu cabelo e vou dizer-lhe a idade que eu acho que a sua cara tem."
Com o corpo para trás, a cabeça avançando e os olhos bem esbugalhados, assim fitou a cara da senhora durante uns bons segundos.
A senhora deixou-se estar quieta, mantendo um sorriso enquanto esperava o veredicto.
–"Pronto. Já está!"
–"Então? Que idade dá à minha cara?"
–"Quarenta anos" – disse a moça com determinação.
–"Está a ver?" – retorquiu a senhora, –"Já me está a dar menos nove anos! Apesar da cor do meu cabelo ainda pareço nove anos mais nova!"
Não se dando por satisfeita, a moça cabeleireira, de cabelo pintado, que não deveria ter mais que vinte e sete anos, disse:
–"Ah!, mas olhando, agora, para a cara e para o cabelo já lhe dou cinquenta anos!"
A senhora soltou uma gargalhada, enquanto trocava olhares com outra cliente, de cabelo pintado, que aparentava rondar os setenta anos de idade.
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Julie Fowlis com Dónal Lunny e Bruce Molsky
Transatlantic Sessions
Roubado de aqui.
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Labels: Music







