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Cheirinhos de mim
Cheirinho a Primavera

EUROPEANA


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iPhad


Como transformar um iPhone num iPad com multiplas funções.

All in one


Destes



Silence is sexy
Silence is sexy
So sexy
So silence
Silence is sexy
Silence is sexy
So sexy
So sexy
Silence is not sexy at all
L’amusement
Solitude
Die ungesellige Liebe
Die fixe Idee
L‘idée fixe
Nur ich & ich & ich & Tinitus
Wenn die Musik endlich aufhört
Ganz von selbst
Silence is sexy
Silence is sexy
So sexy
As sexy as death
Silence is sexy
Silence is sexy
So sexy
So sexy
Just your silence is not sexy at all
Just your silence is not sexy at all
Your silence is not sexy at all!

Cumplicidade?

Ser capaz de compreender tudo e todos implicará obrigatoriamente tê-lo vivido?
Sentir a verdadeira dor do fogo que queima os outros, sem que a chama nos tenha atingido?
Ter conhecimento por observação é ter conhecimento de facto?
Assistir é igual a viver?

A poesia, a grande metáfora, não chega a todos e chega-nos em estádios diferentes da vida e entra quando existir predisposição para tal.

Raise the dust for I must fly towards the inner eye


Abdullah Ibrahim - Desert Air

recordando


Honda 360
Há muitos anos, este foi o meu meio de transporte durante algum tempo. No lugar de trás. Numa época em que uso do capacete ainda não era obrigatório.

... and after a considerable amount of thinking...

... it was then that she realized that her dowry was particularly high.

I got my book, do you have yours?

Predisposições... disponibilidades...

Entraram no estabelecimento, sentaram-se, pediram algo para beber e a conversa foi surgindo naturalmente.
A certa altura:

Amiga A: — Eh pá, não vais começar a desbobinar os teus problemas existenciais, pois não!?

Amiga B: — Ok. Ok. Tens razão, e tal...

E foi assim que passaram um serão agradável, em que a amiga A descarregou o seu saco de problemas existenciais enquanto a amiga B a ouviu com a atenção que achava que ela merecia.

eh pá! Isto ficava-me bem!


comigo!

I dreamt... no hope... false alarm



Convenhamos que por vezes o politicamente correcto atrapalha.

last night I dreamt

that somebody loved me

no hope, but no harm

just another false alarm

A ligação entre o clip e o texto acima é mero fruto de insondáveis sonhos.
As interferências sonoras do western, dispensava-as.
Esta interpretação, da música dos Smiths, é fixe.

Comportamentos de risco



Por não conseguir ser de outra maneira, por ser mais forte do que eu, a minha assertividade já colecciona variadas situações de mal-entendidos, prepotências, humilhações... Acusações de: convencida, agressiva, teimosa, sem coração, doente, entre outras coisas.
O mais terrível é que a experiência já me vai dizendo aquilo que me espera... mas quando se trata de sermos assertivos... não há como evitar. Não podemos mudar os outros.
... ainda bem que há gente para admirar!

in(ner)sight


Como gostaríamos, todos, que houvesse alguém que nos compreendesse na nossa plenitude.
Alguém que fosse capaz de espreitar a nossa essência e se revisse nela.
Como gostaríamos, todos, que houvesse quem fosse capaz de interpretar cada ruga da nossa expressão, cada gesto e postura do nosso corpo.
Alguém que não se sentisse ameaçado com o que a sua capacidade de captar lhe mostra, e que soubesse desfrutar disso.
Seria o ponto de partida para a valorização plena do puro divertimento e bom humor — espaços gratificantes e promotores de felicidade.

e ainda sobre o Hurt Locker



Por acaso eu não vi o filme (apenas) como um filme de guerra, propriamente dito. É claro que é sobre a guerra e sobre a sempre implacabilidade da guerra. Desta vez o cenário é o Iraque. Está mais de acordo com o tempo em que estamos. Mas... a história que eu vejo aqui é a de um homem que, por razões que só ele saberá e que não serão relevantes para a história do filme, só consegue tirar algum sentido da vida se estiver constantemente sob a pressão da morte iminente. Um homem que, para funcionar, precisa de andar no fio da navalha. Viciado em adrenalina. Quem sabe se não será esta a condição ideal para ser um soldado de sucesso.

Acho que os filmes The Deer Hunter e Appocalypse Now retratam melhor a guerra e a loucura que ela provoca em quem participa nela.

A propósito disto.


Sombreros, Philippe Découflé

Arrogance


O diálogo final entre pai e filha, no filme Dogville,
prendeu a minha atenção:


lf you don't want to kill me then why did you come?

Our last conversation, the one in which you told me what it was you
didn't like about me
never really concluded as you ran away. l should
be allowed to tell you
what l don't like about you.
That l believe, would be a rule of polite conversation, you know.

That's why you showed up? And you call me stubborn.
You're sure you're not here to force me to go back and become
like you?


lf l thought there was a chance of forcing you but of course that will
never happen


You are more, more than welcome to return home and become
my daughter again
anytime and l would even begin to share my
power and responsibility
with you if you did

Not that you care

So what is it? What is it, the thing... the thing that you don't like
about me?


lt was a word you used that provoked me. You called me arrogant.

To plunder as it were a God given right. l'd call that arrogant, daddy

But that is exactly what l don't like about you. lt is you that is arrogant!

That's what you came here to say? l'm not the one passing
judgment, Daddy, you are.


No, you do not pass judgment because you sympathize with them.

A deprived childhood and a homicide really isn't necessarily a
homicide, right?


The only thing you can blame is circumstances. Rapists and
murderers
may be the victims according to you, but l call
them dogs
and if they're lapping up their own vomit the only
way to stop them
is with the lash.

But dogs only obey their own nature. So why shouldn't we forgive them?

Dogs can be taught many useful things but not if we forgive them every
time
they obey their own nature.

So, l'm arrogant. l'm arrogant because l forgive people?

My God. Can't you see how condescending you are when you say that?

You have this preconceived notion that nobody, listen, that nobody
can't possibly attain
the same high ethical standards as you so you
exonerate them.
l can not think of anything more arrogant than that.

You, my child... my dear child you forgive others with excuses that
you would never in the world
permit for yourself

Why shouldn't l be merciful? Why?

No, no, no You should, you should be merciful when there is time to
be merciful.


But you must maintain your own standard. You owe them that. You
owe them that.


The penalty you deserve for your transgressions they deserve for
their transgressions

- they are human beings
- No, no, no

Does every human being need to be accountable for their actions?

Of course they do. But you don't even give them that chance.
And that is extremely arrogant. l love you, l love you. l love you
to death
. But you are the most arrogant person l have ever met.
And you call me arrogant! l have no more to say
.

Na mouche!



O postulado fundamental da assertividade é que o "outro" é, a priori, digno de confiança. O que não quer dizer que tenha os mesmos gostos e os mesmos interessses que Eu.

Um lugar onde a mentira não faz sentido.

A Guerra é o cúmulo do absurdo


... e procurar explicação para o absurdo é perda
de tempo e enlouquecedor.
War: "a once in a lifetime experience... for wild men",
onde a adrenalina é o vício maior.

E assim vão as análises no mundo da moda


Hoje em dia, os conceitos de intimidade e de imoralidade geram debates. Numa época em que telefonamos em público, trabalhamos cada vez mais a partir de casa e “blogamos” as nossas vidas, internacionalmente, na Internet... A ligação entre a esfera pública e a esfera privada espalha-se. As fronteiras entre as limitações colectivas e a permissividade pessoal vão-se tornando indistintas. Como reacção a este fenómeno, surgem novas exigências de pensamento livre e independente. Aparecem novas posturas no que diz respeito à sedução — que vão do muito quente, ao aceitável.

E mesmo que não possam ser completamente expressadas publicamente, serão o centro de uma “válvula de escape” pessoal. Uma fuga caprichosa para um espaço privado começa a tornar-se uma necessidade para todos: imaginamos um mundo de sonho que reflecte as nossas fantasias. Desta forma, os locais tradicionalmente reservados para momentos íntimos vão revalorizar-se e expor-se a todos. Do mundo virtual ao lar físico, a capacidade sedutora e a imaginação, de todos, revela-se sem complexos!

Esta abertura da esfera privada oferece-nos a oportunidade para nos colocarmos “em palco” sob a forma como gostamos de ser vistos. Na era da auto-invenção, criamos micro ficções onde o emprego do artifício e do excessivo torna possível o destaque pessoal. A sedução é expressa como um cenário — onde os padrões clássicos são distorcidos — recriando um “mostruário” irresistível para o eu. Para preencher esta necessidade muito real pela permissividade e pela liberdade, os referenciais são agitados, muito especialmente, através da mistura de referências tradicionais com atitudes sedutoras modernas e ousadia.

Cresce a ideia de um mundo único e pessoal e da sensualidade auto determinada — ao mesmo tempo que crescem os meios para comunicá-la. Na Internet, inúmeros blogs funcionam como diários pessoais.

As fantasias são expostas a nível mundial, graças à nova tecnologia. Um fenómeno que actualiza, de forma radical, os clichés clássicos da sedução. Hoje em dia abraçamos a “sedução digital” — onde todos têm a liberdade de “brincar” com as normas do politicamente correcto do passado.

Novas formas de escapismo e de leveza, que nos permitem recriar um pouco de mistério no dia-a-dia das nossas vidas.



Cristal Bar, Hong Kong, por Katrin Olina

Bem! Para andar com isto...


... é necessário um curso! E a "coreografia" deve ser muito interessante!

desilude-me que...


... a ministra da cultura venha defender a importância de manter uma tradição, no mínimo, bárbara.

A cultura não pode servir de argumento quando se trata de diversão que implica o sofrimento de outros. Sejam eles animais ou seres humanos. A crueldade não pode ser ignorada se, de facto, existe.

O que pensarão os defensores das touradas se, de repente, resolvessem voltar a recuperar a tradição cultural das lutas de gladiadores, sacrificando cristãos... Um espectáculo imensamente popular e com milhares de fãs nos idos tempos dos "bárbaros" romanos? Homens contra homens e homens contra animais, numa luta de morte.