Agustina

“Em geral não há livros escritos por mulheres. Por homens, tão-pouco. São fêmeas as que se confessam em páginas e páginas de queixume ou de triunfo sexual. E os homens escrevem de maneira submissa à sua masculinidade. Só alguns, muito poucos, têm a anomalia de ultrapassar as raias desse dever – o de serem machos exemplares. Quando isso acontece, são mais profundos do que o mar e mais vastos do que o mundo”.


“Francamente – porque pensam que eu escrevo? Para incomodar o maior número possível de pessoas, com o máximo de inteligência. Por narcisismo, que é um facto civilizador (...) Escrevo para desiludir com mérito, que é a maneira de se fazer lembrar com virtude”.

Agustina Bessa-Luís

Um Manguito com arte e imensa classe - aqui

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