Será melhor ficar completamente indiferente quando acontecimentos fora do meu controlo acabam por me favorecer? Ou será antes que a gratidão sentida por muitas pessoas espontâneamente em tais situações é algo, não só apropriado, mas também a ser cultivado e valorizado? Qual das duas concepções de nós mesmos é aquela que importa cultivar?
Hubert Dreyfuss e Sean Dorrance Kelly, in Um Mundo Iluminado
Sorte ou divina providência?
Labels: Cinema, Livros, Pulp Fiction, sublinhados, Um Mundo Iluminado

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