Acreditar no Pai Natal, na inevitabilidade da morte, curtir paixões imaginadas, viver obsessões e etc e tal

Nostalgias


Imagem do filme, Nostalgia, de A. Tarkovsky

"O crente não se importa nada de estar enganado quanto às qualidades (características) divinas. Errar é humano.

Deus é muito sedutor (lá estou eu...). É extraordinariamente fácil embarcar-se em cenários 'e se', por não poder evitar-se o desamparo, constitucional cá da espécie.

Cada homem carrega, como explicaram Steiner ou Freud, a nostalgia do absoluto, da morte vivendo. A total ausência da falha e do desejo. Deus numa casca de nós."

retirado daqui.

No comments: