Os humors de Henrique


Segunda-Feira, às 22h15, no MOV

De facto, uma união...


... mesmo muito bem conseguida.

Nada se cria, nada se perde...


Tomei contacto, pela primeira vez, com os Jackson Five nas caixas de cereais. O verso das caixas trazia um single da banda, em cartão, que se recortava e punha-se a tocar. E tocava mesmo.

Fly me too

Trains lost


Some.
Never too late though.

LOL?!? :S


Imagem: Gustav Doré
Afirmação: não acredito em príncipes encantados.
Diagnóstico: in a process of denial.

yaikes!


Foto: Cyril Helnwein
O Insustentável peso da existência.

Ai o Tempo!


Uma ilusão que nos tira o fôlego.

Mundos


foto: Cyril Helnwein
As coisas que a gente faz para não perder a sanidade. Uff!

Promete, e já lá estou!


Na Casa da Música a 28 de Junho.Chico Pinheiro e Brad Mehldau convidam Fleurine e Luciana Alves
Chico Pinheiro - violão e guitarra
Brad Mehldau - piano
Fleurine e Luciana Alves - vozes
Doug Weiss - baixo
Edu Ribeiro - bateria

:)

iuhuuu!

Lost in diversity

Os carros que me batem bem (III)

O dois cavalos foi o meu primeiro carro. Conduz-se muito bem. É muito confortável e a suspensão é óptima (característica comum aos carros franceses). Aprendi a aproveitar bem as descidas, para ganhar velocidade. Depois teve um problema, nada que não se pudesse contornar. Não se podia largar o acelerador senão o motor... desligava-se. Então colocava o pé de lado, carregando simultâneamente no travão e no acelerador. A ponta do pé no acelerador e o calcanhar no travão. Et voilà!
Um dia vi-me na situação de correr atrás do meu próprio carro, pela rua abaixo... e de ter que saltar lá para dentro, qual "duplo" de cinema!

2cv

Há quanto não ouvia isto

De passagem por um blog, parei, li e fiquei hipnotizada pela música e deixei-me embalar.

Serial Lover

Aqui vai a minha escolha das séries televisivas que me encheram as medidas. A ordem em que as apresento não tem nada a ver com o grau de preferência. Terá mais a ver com o tempo cronológico em que as vi (sem grande rigor).

FERGUS THE FISH

The title character was a youthful wooden fish, who lived in a cellophane sea world. On each episode, Fergus' mother would tell him what not to do, whereupon the hero, after gurgling an obedient "Yes mummy" or "No mummy," would proceed to behave in any manner he pleased, with hilariously disastrous results.

É curioso que, ao tentar pesquisar na net acerca desta série, verifico que não me lembrava da ideia subjacente. Só sei que era uma série que me encantava. Agora até achei graça :)

SKIPPY

A história das aventuras de um canguru chamado skippy, e toda a logística que rodeia a vida e as aventuras de quem vive no meio natural da Austrália.

STAR TREK

Bem, meus senhores. Aqui havia algo muito sério. As razões que me levavam a não perder um episódio desta série não tinham apenas a ver com as aventuras, a "ciência" e os mistérios do espaço desconhecido. Eu apaixonei-me pelo Mr. Spock!

HITCHCOCK APRESENTA

Dispensa comentários.

SUNDAY NIGHT
Não é propriamente uma "série". Mas funcionava da mesma maneira. Se me lembro, passava na RTP2 ao Domingo à noite. Um programa musical do melhor que já vi. Apresentado por Jools holland e David Sanborn, que nos davam a conhecer músicos e bandas, FA-BU-LO-SOS.


BRIDESHEAD REVISITED

Grandes actores, grande reconstituição da época, grande série.

MONTY PYTHON'S FLYING CIRCUS

BUÉ DA LOLES

TWIN PEAKS


SIX FEET UNDER

Grande ideia, grandes argumentos, grandes actores. Muita pena por ter acabado.

WEEDS

Uma maluqueira muito séria!

DEXTER

Um psicopata que mata "sempre por uma boa causa". O crime vai compensando. Tudo ao som de ritmos latino-americanos. Aguardo nova temporada.

LOST

Acompanhando presentemente.

Haveria algumas mais (felizmente), mas vou dar por terminada a minha selecção.

Preâmbulo

Enquanto ponho mãos à obra para cumprir um desafio que me foi proposto, deixo aqui uma antiga recordação. A musiquinha é maravilhosa! Havia uma coisa nestas séries infantis que imediatamente me cativava e fascinava "bué": a gestão dos silêncios e o timbre das vozes.

Inner life: O cérebro independente.


Caminho a passos largos para a surdez. Pergunto-me se irei ser mais um número na lista daqueles, cujos cérebros, numa de saudosismo e autocompensação, produzem autenticas colagens sonoras (nem sempre musicais).
Reflexões. Musicofilia: Oliver Sacks