Lembrei-me que já não me lembrava disto há muito!



...e desta também

De volta, de novo (... à urbe)


... e já tenho saudades!

Há coisas bonitas por aí

Leituras

E é por isso que não temos o direito de exigir a verdade e a fidelidade absolutas daquela pessoa que um dia tínhamos aceite como amigo, mesmo que os acontecimentos tivessem demonstrado que esse amigo foi infiel. [ ] Uma pessoa não peca com aquilo que faz, mas com a intenção, com a qual comete isto e aquilo. A intenção é tudo. Os grandes sistemas jurídicos religiosos do passado [ ] sabem e proclamam isso. Uma pessoa pode cometer infidelidade, um acto infame, sim, até o pior, pode matar e, todavia, manter-se puro por dentro. Um acto ainda não é equivalente à verdade. É sempre apenas uma consequência e se um dia, uma pessoa desempenha o papel de juiz e quer julgar, não pode contentar-se com os factos do relatório da polícia, tem de averiguar aquilo que os juristas chamam motivo.
[ ] Mas o sangue é sujidade?... Não creio. É a substância mais nobre que existe no mundo e quando o homem queria dizer ao seu Deus algo importante, algo inexprimível, fazia-o sempre oferecendo um sacrifício de sangue.
[ ] A fidelidade não será um egoísmo terrível, egoísmo e vaidade, como a maior parte das coisas e pretensões humanas na vida? Quando exigimos fidelidade, queremos que a outra pessoa seja feliz? E se a outra pessoa não é feliz na prisão subtil da fidelidade, amamos essa pessoa de quem exigimos fidelidade? E se não amamos o outro de modo a fazê-lo feliz, temos o direito de exigir algo, fidelidade ou sacrifício?
[ ] O fogo purificador do tempo extraiu das recordações toda a ira.
As Velas Ardem Até ao Fim de Sándor Márai

Uma autêntica noite de calor, e um belíssimo jazz sinfónico. Qual Grande Gatsby!












Orquestra Nacional do Porto
Orquestra de Jazz de Matosinhos
Programa:
Set de jazz pela Orquestra de Jazz de Matosinhos
Leonard Bernstein (West Side Story, Danças Sinfónicas)
Duke Ellington (Night Creature, para banda de jazz e orquestra)
Rolf Liebermann (Concerto para banda de jazz e Orquestra sinfónica)

Sábios















Ferreira da Silva

Noite quente, de Verão. Muita, muita, muita gente. Todo o mundo cantando.








Rodrigo Maranhão
Milton Nascimento + Jobim Trio

Braga Perdida

Para aqueles a quem a cidade de Braga ainda diz alguma coisa. Para aqueles que se querem lembrar do que dela se perdeu, nem sempre para dar lugar a património digno de assim se chamar. Clicar aqui.

Officium


Jan Garbarek e The Hilliard Ensemble.
Para ouvir e gostar.

liiindo

Pablo (Pau) Casals toca Bach.

Flow My Tears





Musica de John Dowland interpretada pela característica voz de Sting. Apesar de eu não imaginar uma voz deste tipo a cantar este tipo de melodia, o CD é o resultado de um trabalho sério e bom. A música é bela e contagia. O ambiente é sereno.
Uma chaise longue sob as estrelas e a companhia de John Dowland, até mesmo sob a forma de Sting. Porque não.


John Butler

... fim-de-semana à porta


Travis / Sing

Será?

Será a esquizofrenia uma espécie de colocar as vírgulas em sítios diferentes, ao processar a realidade?

Yunak

Há coisas bonitas por aí.

Women on the outerside (sem botox)




Audrey Hepburn

Brigitte Bardot

Liz Taylor

Catherine Deneuve

Jane Birkin

Joni Mitchell

Vashti Bunyan

"Blood On The Floor" de Mark-Anthony Turnage


Blood On The Floor de Francis Bacon

Remix Ensemble e:
Peter Rundel - direcção musical
Peter Erskine - percussão
John Parricelli - guitarra
Martin Robertson - saxofone
Laurence Cottle - baixo

e por falar em Verão...




Country Joe McDonald


Crosby Stills and Nash


Jefferson Airplane

no Jools Holland...


do México... Rodrigo y Gabriela

"Completely calculating".


Resolvi submeter-me a este teste que encontrei nas minhas andanças pela blogosfera. E puxando a brasa à minha sardinha pensei:
Neste mundo do explícito e do Fast, onde se abusa da sedução. O mundo do imediato. O mundo do Eu Sou. O mundo do HIV, da pornografia à distância de um clic, dos créditos bancários, do Marketing, do Ter e do Parecer, de isto e de isto. Já não estamos aqui, quando o Acreditar era inocente.
Tá na altura de voltar a usar a cabeça. Continuemos brincando.
Já agora isto deve ser interessante.

A TV, a banalização do humor negro e a educação



Pergunto: até que ponto é que achar graça a "piadas" destas (a partir dos
2 minutos e 10) na presença de crianças que pretendemos educar, não é a mesma coisa que lhes dizermos que é – isso mesmo – giro dar pontapés na boca, etc, etc ? Refiro-me à fácil banalização desta atitude (fazer mal aos outros é giro?). Nem sempre estamos acordados para a realidade das coisas e para o possível alcance de certas "piadas".
São reflexões de mãe acerca de um programa que tem piada, muitas piadas inocentes, outras menos inocentes, outras nada inocentes, outras sem piada nenhuma embora sejam características de uma determinada cultura que se pretende retratar.


Há coisas bonitas por aí.

O Festival Mestiço fechou em beleza. FANTÁSTICO. Não há palavras!


Timbila Muzimba (é pena não haver link. Foram muito bons).
Extra Golden
Amadou & Mariam